Guarda-chuva: da proteção dos reis ao acessório indispensável nos dias de chuva

Por Flipar

Na China, o objeto ganhou versões de papel impermeabilizado com óleo ou laca. Esses modelos, difundidos há cerca de 2 mil anos, protegiam também da chuva e são considerados antecessores importantes do guarda-chuva atual.
imagem gerada por i.a
Na Inglaterra do século XVIII, o guarda-chuva ainda enfrentava resistência entre os homens, mas ganhou espaço por sua utilidade diante da chuva. Aos poucos, deixou de ser visto como um acessório exclusivamente feminino e tornou-se comum nas ruas.
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O design evoluiu com modelos compactos, dobráveis e automáticos, mais fáceis de transportar e usar. Atualmente, há versões com estruturas reforçadas contra rajadas de vento e outras produzidas com materiais reciclados.
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Além da função prática, o guarda-chuva aparece em manifestações culturais de vários países. No teatro kabuki e em danças tradicionais japonesas, a wagasa, feita de papel e bambu, ajuda a compor movimentos, personagens e emoções.
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Na Europa, o guarda-chuva foi incorporado à moda e à paisagem urbana, tornando-se especialmente associado a cidades chuvosas, como Londres. No Brasil, a pequena sombrinha colorida é um símbolo do frevo e acompanha os passos e as acrobacias dos dançarinos no Carnaval de Pernambuco.
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