Caso Christa Pike: falha em execução de mulher condenada à morte reacende debate sobre injeção letal nos Estados Unidos

Por Flipar

Christa Pike, condenada à morte por ter assassinado a jovem de 19 anos Colleen Slemmer em 1995, sobreviveu à tentativa de execução realizada no Tennessee no dia 30 de setembro. A sessão deveria ocorrer por meio de injeção letal e faria de Pike a primeira mulher executada no estado em cerca de dois séculos.
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De acordo com os advogados, ela ainda respirava e chegou a roncar após a administração da segunda dose. O Departamento Penal do Tennessee afirmou que todas as etapas previstas no protocolo estadual foram cumpridas dentro das normas aprovadas pelas autoridades jurídicas.
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A razão para a falha, no entanto, ainda não foi esclarecida. À BBC, Joel Zivot, professor da Universidade Emory e consultor médico da defesa, avaliou que o pentobarbital pode não ter alcançado concentração suficiente no sangue para provocar a parada respiratória e cardiovascular esperada.
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Dificuldades para obter os medicamentos e estabelecer acessos intravenosos também contribuem para os problemas. No caso de Pike, a defesa ainda levantou a hipótese de que o pentobarbital utilizado estivesse "degradado", mas as autoridades não confirmaram a suspeita.
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