Saae-VR instala sistema de bomba no bairro Mangueira

Cerca de 200 famílias sofriam com falta de água no local

Por O Dia

Um sistema de bomba irá atender cerca de 200 famílias das ruas Rui Silvestre Henriques e Aderbal de Souza, no bairro Mangueira
Um sistema de bomba irá atender cerca de 200 famílias das ruas Rui Silvestre Henriques e Aderbal de Souza, no bairro Mangueira -
Volta Redonda - Um sistema de bomba que irá atender cerca de 200 famílias das ruas Rui Silvestre Henriques e Aderbal de Souza, no bairro Mangueira foi instalado para solucionar constantes problemas de abastecimento que acontecem há mais de 40 anos. 
O novo equipamento tem como função pressurizar a água, que passa a ter pressão para subir para as caixas d’água dos moradores. Antes da instalação do novo equipamento, o abastecimento era realizado através de caminhões pipas que percorriam as ruas a cada dois dias.
O pressurizador de rede de água tipo Booster custou R$ 40 mil e toda instalação, além da parte elétrica e civil, foi feita por uma equipe do Saae-VR. O diretor-presidente do Saae-VR, José Geraldo, o Zeca, explicou que o abastecimento do bairro Mangueira é feito pela bomba que fica no bairro Ponte Alta.
“Era um problema crônico que já foi resolvido. O novo equipamento foi programado para funcionar a noite, abastecendo todos os moradores”, disse Zeca.
O prefeito Samuca Silva disse que não mediu esforços para buscar soluções para o abastecimento regular para as famílias.
“Estamos realizando o sonho desses moradores, que estavam há mais de 40 anos sofrendo com a falta de água. Convivi com essa angústia, pois fui criado nesta região, vivi a minha infância aqui, nesta região de divisa com a cidade de Barra Mansa. Agora esse problema está resolvido de forma definitiva”, disse o prefeito. 
O presidente da Associação de Moradores do bairro Mangueira, Davi Pereira Neto, contou que essas ruas existem desde 1976 e que o abastecimento de água era um dos maiores problemas.
“Nossa água vem da bomba do bairro Jardim Ponte Alta por gravidade. Como a diferença de nível dessas ruas em relação a essa bomba é de mais de 30 metros de altura, havia esse problema para abastecer as residências. Agora isso acabou. Isso é um sonho”, disse o presidente da Associação de Moradores.

José Augusto Magiu, morador há 35 anos na Rua Rui Silvestre Henriques, estava comemorando a nova conquista.
“De novembro a fevereiro a gente sofria com a falta de água. Para nos abastecer era preciso que o Saae enviasse caminhão pipa. Desde que a bomba foi instalada não estamos mais tendo esse problema. É um alívio. A gente que tem criança pequena em casa utiliza muita água. Estávamos acostumados a racionar a água e priorizar para as tarefas mais urgentes. Isso acabou”, disse José Augusto.

Já Maria Catarina Leandro, há 37 anos na Rua Rui Silvestre Henriques, estava emocionada. Ela conta que fez um investimento de R$5 mil para comprar um reservatório e uma bomba.
“Não tive escolha. Se quisesse ter água em casa era preciso ter um reservatório. Mesmo ganhando apenas um salário mínimo tive que fazer esse investimento. Durante esses anos, todos esperamos que a prefeitura resolvesse o nosso problema de falta d’água. Estamos ganhando esse presente maravilhoso de Natal. Eu não acreditava mais. Achei que nunca ia acontecer. Agora já estou pensando que poderei dar uma boa faxina na minha casa toda semana”, comemorou a moradora.
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Saae-VR instala sistema de bomba no bairro Mangueira

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Um sistema de bomba irá atender cerca de 200 famílias das ruas Rui Silvestre Henriques e Aderbal de Souza, no bairro Mangueira
Um sistema de bomba irá atender cerca de 200 famílias das ruas Rui Silvestre Henriques e Aderbal de Souza, no bairro Mangueira -
Volta Redonda - Um sistema de bomba que irá atender cerca de 200 famílias das ruas Rui Silvestre Henriques e Aderbal de Souza, no bairro Mangueira foi instalado para solucionar constantes problemas de abastecimento que acontecem há mais de 40 anos. 
O novo equipamento tem como função pressurizar a água, que passa a ter pressão para subir para as caixas d’água dos moradores. Antes da instalação do novo equipamento, o abastecimento era realizado através de caminhões pipas que percorriam as ruas a cada dois dias.
O pressurizador de rede de água tipo Booster custou R$ 40 mil e toda instalação, além da parte elétrica e civil, foi feita por uma equipe do Saae-VR. O diretor-presidente do Saae-VR, José Geraldo, o Zeca, explicou que o abastecimento do bairro Mangueira é feito pela bomba que fica no bairro Ponte Alta.
“Era um problema crônico que já foi resolvido. O novo equipamento foi programado para funcionar a noite, abastecendo todos os moradores”, disse Zeca.
O prefeito Samuca Silva disse que não mediu esforços para buscar soluções para o abastecimento regular para as famílias.
“Estamos realizando o sonho desses moradores, que estavam há mais de 40 anos sofrendo com a falta de água. Convivi com essa angústia, pois fui criado nesta região, vivi a minha infância aqui, nesta região de divisa com a cidade de Barra Mansa. Agora esse problema está resolvido de forma definitiva”, disse o prefeito. 
O presidente da Associação de Moradores do bairro Mangueira, Davi Pereira Neto, contou que essas ruas existem desde 1976 e que o abastecimento de água era um dos maiores problemas.
“Nossa água vem da bomba do bairro Jardim Ponte Alta por gravidade. Como a diferença de nível dessas ruas em relação a essa bomba é de mais de 30 metros de altura, havia esse problema para abastecer as residências. Agora isso acabou. Isso é um sonho”, disse o presidente da Associação de Moradores.

José Augusto Magiu, morador há 35 anos na Rua Rui Silvestre Henriques, estava comemorando a nova conquista.
“De novembro a fevereiro a gente sofria com a falta de água. Para nos abastecer era preciso que o Saae enviasse caminhão pipa. Desde que a bomba foi instalada não estamos mais tendo esse problema. É um alívio. A gente que tem criança pequena em casa utiliza muita água. Estávamos acostumados a racionar a água e priorizar para as tarefas mais urgentes. Isso acabou”, disse José Augusto.

Já Maria Catarina Leandro, há 37 anos na Rua Rui Silvestre Henriques, estava emocionada. Ela conta que fez um investimento de R$5 mil para comprar um reservatório e uma bomba.
“Não tive escolha. Se quisesse ter água em casa era preciso ter um reservatório. Mesmo ganhando apenas um salário mínimo tive que fazer esse investimento. Durante esses anos, todos esperamos que a prefeitura resolvesse o nosso problema de falta d’água. Estamos ganhando esse presente maravilhoso de Natal. Eu não acreditava mais. Achei que nunca ia acontecer. Agora já estou pensando que poderei dar uma boa faxina na minha casa toda semana”, comemorou a moradora.
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