Imagem computadorizada do coronavírus  - Reprodução/ Internet
Imagem computadorizada do coronavírus Reprodução/ Internet
Por O Dia
Volta Redonda - A moradora de Volta Redonda, conhecida por trabalhar com resíduos sólidos, Gildete Francisco da Silva, utilizou o WhatsApp para fazer um desabafo. Ela tem um filho encarcerado em um presídio na cidade do Rio de Janeiro, e através de um áudio, fez um apelo público às autoridades e coletivos ligados aos Direitos Humanos.

“Sou Gildete, mãe do J.D.S., estamos aqui angustiadas. Peço às autoridades e outros que olhem pelos nossos filhos. Estamos aqui fora, não sabemos o que acontece dentro dos presídios. Estão passando necessidades”, disse Gildete.

Ainda no áudio a mãe do presidiário faz a seguinte declaração.

“Aqui no bairro têm vários presos lá. Inclusive alguns familiares meus em diferentes presídios”, afirmou a mãe.

O seu relato está relacionado à Ação Civil Pública da Defensoria do Estado do Rio de Janeiro, ajuizada no dia 29 de abril, a ACP pode ser conferida no link http://www.mprj.mp.br/home/-/detalhe-noticia/visualizar/84908.
O Coordenador do Movimento Ética na Política de Volta Redonda (MEP- VR), José Maria da Silva, representando o movimento, disse à nossa reportagem que conversou com a Gildete e também com algumas lideranças ligadas aos Direitos Humanos em Volta Redonda, como por exemplo, o vice- presidente da comissão de DHs da OAB-VR, Dr. Edson Lana que compartilhou um encaminhamento para uma experiência que teve.
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“Estive no presídio em março, e não me deixaram fazer a custódia do meu cliente. Após discussão do caso, já encaminhamos o fato à Comissão de DHs do Rio de Janeiro,” relato do vice- presidente da comissão de DHs da OAB-VR Dr. Edson Lana.

De acordo com o MEP- VR, a informação, segundo a sondagem realizada é que devido a pandemia da covid- 19, houve mudanças no sistema prisional em relação à custódia de presos.