Dayse Penna tem candidatura deferida pela justiça eleitoral e fala sobre a participação feminina na política - Divulgação
Dayse Penna tem candidatura deferida pela justiça eleitoral e fala sobre a participação feminina na políticaDivulgação
Por O Dia
Volta Redonda - Dayse Penna teve a candidatura à Prefeitura de Volta Redonda deferida no último domingo, dia 18, pela Justiça Eleitoral e o Ministério Público. Em documento oficial o juiz da 13ª Zona Eleitoral, Marcelo Dias Silva, afirmou não ter impugnação ou causa de inelegibilidade e deferiu ainda o nome de Ademar Esposti como candidato a vice-prefeito na coligação ‘Por uma Volta Redonda que vale a pena viver’ que concorre ao pleito sob o número 90.

Para Dayse a sua candidatura representa os princípios de integridade que defende e a igualdade de gênero em espaços de poder, principalmente na política.
“Ter a minha candidatura deferida já mostra a que viemos. O nosso princípio para a administração pública é a legalidade, para que tenhamos condições de fazer uma participação efetiva e de sucesso. Sou grata ao presidente do partido (Pros) Luiz Henrique de Carvalho Gate, ao apoio do vereador Carlinhos Santana e à deputada Clarissa por ter acreditado na nossa candidatura como a presença feminina que Volta Redonda merece nesse momento importante da nossa história”, declarou Dayse.

A candidata, que já foi secretária de políticas para mulher, idoso e deficientes e idealizadora do projeto Flores de Aço enfatizou a importância das mulheres na política partidária: “Eu vim da política de essência, trabalho há mais de 25 anos com desenvolvimento social e entendi que política não é profissão, mas participação cidadã. Na política de essência as mulheres são maioria, o que não acontece na política partidária. Mulheres, levantem-se! Somos maioria da população, do eleitorado e mesmo assim pouco representadas”, frisou Dayse.

O plano de governo de Dayse inclui a promoção da saúde da mulher através do investimento na saúde humanizada que oferece à gestante um atendimento humanizado, desde o pré-natal até o parto, para garantir a redução da mortalidade infantil e materna. Propõe a educação integral para elevar a qualidade do ensino nas escolas públicas municipais e dar suporte às mães em dupla jornada. Pretende ainda integrar as forças de segurança para combater efetivamente a violência doméstica com prevenção e atendimento imediato.