A ação apura supostos atos de improbidade praticados pelo governador quando ele ocupava o cargo de prefeito de Piraí, entre 1997 e 2001.
Pezão é identificado como recebedor de propina
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A análise foi encaminhada ao juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio, um dia após o mandato de Pezão ser cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral. A cassação, no entanto, ainda está sem efeito porque cabe recurso.
Nas planilhas, a Polícia Federal diz que o apelido “Pé” refere-se a Pezão e aponta quatro pagamentos de R$ 140 mil. As grafias “Pezão” e “Pzão” aparecem em outras duas planilhas com repasses de R$ 100 mil (parcelados em duas vezes) e de R$ 140 mil.




