Por thiago.antunes

Rio - O secretário municipal de Educação, Cesar Benjamin, anunciou na sua página no Facebook que a prefeitura conseguiu R$ 150 milhões para investir na infraestrutura das escolas. O montante, de acordo com o titular da pasta, será disponibilizado pela Caixa Econômica Federal. Benjamin não disse se o dinheiro é uma doação ou um empréstimo.

Os milhões, que deverão chegar até setembro, o secretário disse que pretende usar na reforma de “101 escolas”; na conclusão da construção de outras oito até o final do ano; na climatização de toda a rede; na ligação de 200 escolas aos cabos s que permitem internet por banda larga e compra dos equipamentos necessários para que todo o ambiente escolar fique conectado.

Ainda de acordo com Benjamin, um censo escolar foi realizado para constatar a posição precisa sobre a infraestrutura das 1.537 escolas da rede. “A participação dos diretores, que preencheram questionários extensos sobre cada unidade, permitiu que fizéssemos um planejamento minucioso, que precedeu a busca por recursos”, postou.

“Está em curso o censo que nos dará um quadro fiel das necessidades de pessoal em cada escola. Em seguida faremos o censo de equipamentos e mobiliário, completando a base de informações de que necessitamos para prosseguir nosso esforço de planejamento. Agradeço aos diretores, que têm nos ajudado tanto”, disse.

Segundo ele, estudos das medidas de valorização das equipes gestoras, de migrações e de outros aspectos de recursos humanos estão prontos, mas as medidas práticas, deles decorrentes, ainda precisam esperar. “Com a queda nas receitas, a prefeitura atingiu o limite de gastos com pessoal permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.

Dependemos de um aumento na receita geral para que possamos aumentar gastos nessa rubrica. Ainda não é possível fixar um prazo, pois isso dependerá de variáveis que são externas à rede”, concluiu. Benjamin é cientista político, jornalista, editor e político brasileiro e foi escolhido para pasta pelo prefeito Marcelo Crivella. As assessorias da secretaria e da Caixa não responderam aos pedidos de entrevista até o fechamento desta edição.

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