Por tiago.frederico
Publicado 10/05/2016 13:36

Rio - Lembra da polêmica envolvendo o leite Elegê? Lotes do produto foram recolhidos após consumidores reclamarem da aparência e relatarem um gosto amargo, bem diferente do normal, entre dezembro de 2013 e janeiro de 2014. Na época, a própria BRF, dona da marca, chegou a reconhecer existência de problemas que comprometeram a qualidade de 280 mil litros de leite. Pois bem, de acordo com decisão do juiz Gilberto Farias Matos, da 4ª Vara Empresarial do Tribunal de Justiça, consumidores que beberam o leite terão direito a uma indenização individual por danos morais e materiais.

Venda do leite Elegê chegou a ser suspensa no Rio Reprodução Internet

Para ser ressarcido, o consumidor que comprou o leite comprometido deverá comprovar isso. Poderão ser usadas como prova, por exemplo, a nota fiscal de compra do produto ou atestado médico, caso a pessoa tenha passado mal ao ter ingerido o leite e procurado assistência médica por causa disso. O valor da indenização vai depender do problema que cada um teve.

Como a BRF ainda pode recorrer da sentença, o Procon Estadual, que moveu a ação civil pública, pede ao consumidor lesado que solicite indenização somente quando houver uma decisão final sobre o caso.

LEIA MAIS:

Elegê reconhece leite impróprio ao consumo

Procon libera a venda dos leites integral e semidesnatado da marca Elegê

Procon-Rio mantém suspensão da venda do leite Elegê em todo o estado

Procon Carioca recolhe 4.500 caixas de leite Elegê

Procon Estadual suspende a venda do leite Elegê em todo o estado do Rio

Empresas de leite negam danos aos consumidores

Você pode gostar

Publicidade

Últimas notícias