Publicado 20/03/2026 21:06
Angra dos Reis - Policiais civis da 166ª DP, sob o comando do delegado titular Dr. Roberto Ramos, prenderam nessa sexta-feira, 20, Luiz Henrique Nascimento de Oliveira, 18, conhecido como “PH”, e Gabriel da Silva Pinto, 20, em cumprimento de mandados de prisão temporária da segunda fase da Operação Armeiro-Mestre, deflagrada a partir das investigações relacionadas ao homicídio do policial civil Elber Fares, ocorrido em 31 de agosto de 2025. O policial era lotado na 166ª DP e foi morto na frente do filho de 10 anos, quando saia de um culto em uma igreja evangélica, no bairro Balneário, em Angra dos Reis, na Costa Verde.
PublicidadeA operação representa mais um desdobramento da apuração conduzida pela delegacia de Angra, que busca identificar e responsabilizar todos os envolvidos, tanto na execução do crime quanto no suporte material e operacional da estrutura criminosa investigada. Um dos envolvidos foi preso no cais de Santa Luzia, onde ocorre embarque e desembarque para Ilha Grande, no centro da cidade. O outro em um conjunto habitacional.
Na primeira fase da Operação Armeiro-Mestre, realizada no último dia 11 de março, os policiais civis cumpriram 14 mandados de busca e apreensão em duas cidades, Angra dos Reis e São Paulo, além de efetuarem a prisão de Igor da Silva Moreira, apontado pelas investigações como gerente de uma estrutura voltada à fabricação, manutenção e circulação de armamento de guerra, incluindo fuzis, destinado ao tráfico de drogas ligado à facção atuante no Rio com braço na costa verde.
Segundo a linha investigativa da 166ª DP, a organização criminosa alvo da operação possuía estrutura qualificada para viabilizar o emprego de armamento pesado em ações do tráfico, circunstância que reforça a gravidade dos fatos apurados e o risco imposto à segurança pública.
As prisões demonstram o trabalho incansável e focado dos agentes na continuidade das investigações para enfrentamento das estruturas criminosas vinculadas ao tráfico e à morte do policial civil.
As investigações prosseguem em andamento, e a Polícia Civil ainda busca novas prisões, com o objetivo de desarticular integralmente o grupo criminoso investigado e concluir a responsabilização penal de todos os envolvidos.
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