Publicado 22/04/2026 17:59 | Atualizado 22/04/2026 18:07
Araruama - A Polícia Civil realizou, nesta semana, uma operação de busca e apreensão no município de Araruama, no âmbito de uma investigação que apura uma tentativa de homicídio contra um empresário conhecido como “Max dos Medicamentos”.
A ação teve como alvos a Câmara Municipal, o vereador Magno Dheco, que preside a Casa, e o empresário Paulo Polati. Segundo informações preliminares, os três são citados no inquérito que investiga o caso.
De acordo com a apuração inicial, Paulo Polati é apontado como suspeito de possível envolvimento como mandante do crime, assim como Magno Dheco. Ainda segundo informações preliminares, Thiago Pinheiro também aparece na investigação e teria deixado o local antes da chegada dos agentes durante o cumprimento dos mandados.
Durante a operação, foram cumpridos mandados judiciais com o objetivo de reunir provas que possam esclarecer as circunstâncias e a eventual participação dos investigados. Foram apreendidas armas em nome do vereador Magno Dheco e o celular dele, assim como o telefone do empresário Polati.
Até o momento, não há registro de prisões relacionadas à ação. A Polícia Civil não divulgou detalhes adicionais sobre o andamento do inquérito, que segue sob investigação.
Esclarecimento da defesa
PublicidadeA ação teve como alvos a Câmara Municipal, o vereador Magno Dheco, que preside a Casa, e o empresário Paulo Polati. Segundo informações preliminares, os três são citados no inquérito que investiga o caso.
De acordo com a apuração inicial, Paulo Polati é apontado como suspeito de possível envolvimento como mandante do crime, assim como Magno Dheco. Ainda segundo informações preliminares, Thiago Pinheiro também aparece na investigação e teria deixado o local antes da chegada dos agentes durante o cumprimento dos mandados.
Durante a operação, foram cumpridos mandados judiciais com o objetivo de reunir provas que possam esclarecer as circunstâncias e a eventual participação dos investigados. Foram apreendidas armas em nome do vereador Magno Dheco e o celular dele, assim como o telefone do empresário Polati.
Até o momento, não há registro de prisões relacionadas à ação. A Polícia Civil não divulgou detalhes adicionais sobre o andamento do inquérito, que segue sob investigação.
Esclarecimento da defesa
O escritório Teixeira e Kullmann Advogados, que atua na defesa do vereador Thiago Silva Pinheiro, contestou as informações divulgadas sobre a operação. Em nota, a defesa afirma que o parlamentar não foi alvo de busca e apreensão e que a Polícia Civil não esteve em sua residência nem em seu gabinete funcional.
Os advogados também alegam que a publicação que cita o nome do vereador contém incorreções e, segundo a defesa, pode gerar interpretações equivocadas sobre o envolvimento dele no caso.
A defesa sustenta que Thiago Pinheiro não foi alvo da operação e que não houve cumprimento de mandados em seu desfavor.
O caso segue sob investigação e as autoridades ainda não confirmaram oficialmente todos os detalhes da operação. A reportagem aguarda posicionamento oficial da Polícia Civil para atualização das informações.
Os advogados também alegam que a publicação que cita o nome do vereador contém incorreções e, segundo a defesa, pode gerar interpretações equivocadas sobre o envolvimento dele no caso.
A defesa sustenta que Thiago Pinheiro não foi alvo da operação e que não houve cumprimento de mandados em seu desfavor.
O caso segue sob investigação e as autoridades ainda não confirmaram oficialmente todos os detalhes da operação. A reportagem aguarda posicionamento oficial da Polícia Civil para atualização das informações.
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