Publicado 16/07/2025 21:48
Iniciada no mês passado, a onda de ataques a ônibus na capital paulista e região metropolitana atingiu mais de 460 veículos e deixa feridos. Na noite dessa terça-feira (15), foram registrados 32 apedrejamentos de ônibus na capital e nos municípios de Cotia, Itapevi e Osasco. Ao menos duas pessoas ficaram feridas.
A Polícia Civil informou que oito suspeitos de participação nos ataques foram presos.
Na região do Morumbi, uma criança de 10 anos ficou ferida pelos estilhaços e foi socorrida. Em Osasco, foram quatro ocorrências na noite de terça-feira. Segundo a prefeitura, os episódios ocorreram em diferentes regiões da cidade, sem vítimas. A cidade já teve 19 ataques.
Em Cotia, conforme a prefeitura, a empresa Viação Raposo teve dez ônibus vandalizados. Uma pessoa foi atingida por estilhaços de vidro.
Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte informou que repudia os atos de vandalismo e que segue fornecendo todas as informações necessárias para auxiliar nas investigações.
O Sindicato dos Motoristas de Ônibus (Sindimotoristas) informou à reportagem, por meio da assessoria, que acompanha a situação e que o sentimento dos trabalhadores é de apreensão e medo. A categoria não registrou condutores entre os feridos.
Onda de crimes
PublicidadeA Polícia Civil informou que oito suspeitos de participação nos ataques foram presos.
Na região do Morumbi, uma criança de 10 anos ficou ferida pelos estilhaços e foi socorrida. Em Osasco, foram quatro ocorrências na noite de terça-feira. Segundo a prefeitura, os episódios ocorreram em diferentes regiões da cidade, sem vítimas. A cidade já teve 19 ataques.
Em Cotia, conforme a prefeitura, a empresa Viação Raposo teve dez ônibus vandalizados. Uma pessoa foi atingida por estilhaços de vidro.
Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte informou que repudia os atos de vandalismo e que segue fornecendo todas as informações necessárias para auxiliar nas investigações.
O Sindicato dos Motoristas de Ônibus (Sindimotoristas) informou à reportagem, por meio da assessoria, que acompanha a situação e que o sentimento dos trabalhadores é de apreensão e medo. A categoria não registrou condutores entre os feridos.
Onda de crimes
A Grande São Paulo e a Baixada Santista registraram inúmeras ondas de ataque a ônibus. O número foi totalizado em mais de 600.
A investigação da polícia segue três linhas principais: ligação dos casos com o PCC [Primeiro Comando da Capital]; desafios de internet; e funcionários ou empresas que trabalham com transporte urbano coletivo, essa sendo considerada a mais provável.
No dia 3 de julho, a Polícia Militar anunciou a implantação de uma operação especial para intensificar a segurança em corredores, garagens e terminais de ônibus em todo o estado, com a utilização de 7,8 mil policiais e 3,6 mil viaturas em pontos estratégicos.
A investigação da polícia segue três linhas principais: ligação dos casos com o PCC [Primeiro Comando da Capital]; desafios de internet; e funcionários ou empresas que trabalham com transporte urbano coletivo, essa sendo considerada a mais provável.
No dia 3 de julho, a Polícia Militar anunciou a implantação de uma operação especial para intensificar a segurança em corredores, garagens e terminais de ônibus em todo o estado, com a utilização de 7,8 mil policiais e 3,6 mil viaturas em pontos estratégicos.
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