Publicado 12/12/2025 11:36 | Atualizado 12/12/2025 11:37
A Polícia Federal (PF) cumpre mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira, 12, contra uma ex-assessora do ex-presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), para investigar suspeitas de desvios de recursos por meio de emendas parlamentares.
PublicidadeO alvo da operação é Mariângela Fialek, considerada braço-direito de Lira para a viabilização de emendas parlamentares. Ela foi assessora técnica da Presidência da Casa durante a gestão do político.
Atualmente, de acordo com o portal da Câmara dos Deputados, ela é lotada na liderança do PP. O parlamentar não é alvo da operação.
A Operação Transparência foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi consultada e concordou com as buscas.
A Operação Transparência foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). A Procuradoria-Geral da República (PGR) foi consultada e concordou com as buscas.
Os agentes cumpriram dois mandados de busca e apreensão em Brasília, um deles no gabinete de trabalho de Mariângela na Câmara.
A investigação teve início a partir de um depoimento prestado pelo deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que acusou Lira de manipular o orçamento secreto.
O deputado José Rocha (União-BA), ex-presidente da Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional, também foi ouvido pela PF.
A investigação teve início a partir de um depoimento prestado pelo deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), que acusou Lira de manipular o orçamento secreto.
O deputado José Rocha (União-BA), ex-presidente da Comissão de Integração Nacional e Desenvolvimento Regional, também foi ouvido pela PF.
Os crimes investigados são peculato, falsidade ideológica, uso de documento falso e corrupção.
O deputado foi procurado para comentar a operação, mas ainda não retornou. O espaço segue aberto. O Estadão busca contato com a assessora.
O deputado foi procurado para comentar a operação, mas ainda não retornou. O espaço segue aberto. O Estadão busca contato com a assessora.
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