Publicado 06/02/2026 14:56 | Atualizado 06/02/2026 16:06
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou nesta sexta-feira, 6, que a derrubada do veto ao projeto da dosimetria seria uma desmoralização do Supremo Tribunal Federal (STF), que julgou e condenou pessoas pelos atos golpistas de 8 de Janeiro de 2023. Sem citar diretamente o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), um dos beneficiados do projeto, Lula disse que uma anistia deveria ser feita após anos.
"Esse cidadão tem que ficar preso. Aí um belo dia, pode ter uma anistia para ele, como teve em 1964, dez ou 15 anos depois. Não dá para você brincar de fazer julgamento. Se você liberta ele, você desmoraliza a seriedade da Suprema Corte que o condenou", declarou durante entrevista ao programa "Alô, Juca", da TV Aratu. Lula cumpre agenda na Bahia nesta sexta-feira.
Lula disse também ter feito sua parte e que uma eventual derrubada do veto seria "problema do Congresso". "É problema do Congresso Nacional. Eu fiz a minha parte. O Congresso fez a lei, aprovou. Eu sei as condições que foi discutido. Eu fiz o meu papel, vetei porque não concordo. Esse cidadão tem que ficar preso", falou.
Ainda sem citar Bolsonaro diretamente, o petista comparou o ex-presidente a um "cachorro louco": "Você acha que se você tiver um cachorro louco preso e você o solta, ele vai estar mais manso? Esse cidadão tentou destruir a democracia brasileira. Esse cidadão, que foi condenado a 27 anos e 3 meses de cadeia, tinha um plano para matar o Lula, o Alckmin e o Alexandre Moraes", completou o presidente.
Publicidade"Esse cidadão tem que ficar preso. Aí um belo dia, pode ter uma anistia para ele, como teve em 1964, dez ou 15 anos depois. Não dá para você brincar de fazer julgamento. Se você liberta ele, você desmoraliza a seriedade da Suprema Corte que o condenou", declarou durante entrevista ao programa "Alô, Juca", da TV Aratu. Lula cumpre agenda na Bahia nesta sexta-feira.
Lula disse também ter feito sua parte e que uma eventual derrubada do veto seria "problema do Congresso". "É problema do Congresso Nacional. Eu fiz a minha parte. O Congresso fez a lei, aprovou. Eu sei as condições que foi discutido. Eu fiz o meu papel, vetei porque não concordo. Esse cidadão tem que ficar preso", falou.
Ainda sem citar Bolsonaro diretamente, o petista comparou o ex-presidente a um "cachorro louco": "Você acha que se você tiver um cachorro louco preso e você o solta, ele vai estar mais manso? Esse cidadão tentou destruir a democracia brasileira. Esse cidadão, que foi condenado a 27 anos e 3 meses de cadeia, tinha um plano para matar o Lula, o Alckmin e o Alexandre Moraes", completou o presidente.
Momento político
Lula disse que vive o seu "melhor momento do ponto de vista político", além de também se sentir melhor fisicamente em relação a mais de 20 anos atrás, quando foi eleito presidente da República. Ele afirmou que também é o melhor momento de relação com os parlamentares.
"Eu vivo meu melhor momento do ponto de vista político, do exercício da minha Presidência, da minha relação com os companheiros parlamentares de todos os partidos políticos. Não tenho inimigos. Só é meu inimigo quem quiser ser. E se quiser, seja de graça, porque não vou pagar para ser meu inimigo", afirmou.
"Eu vivo meu melhor momento do ponto de vista político, do exercício da minha Presidência, da minha relação com os companheiros parlamentares de todos os partidos políticos. Não tenho inimigos. Só é meu inimigo quem quiser ser. E se quiser, seja de graça, porque não vou pagar para ser meu inimigo", afirmou.
"Tenho 80 anos, hoje estou melhor fisicamente do que quando fui eleito presidente em 2003. Naquele tempo, andava na esteira a 4km/h cansando e bufando. Hoje, com 80 anos, ando a 6km/h, com 5º de inclinação, faço musculação porque determinei que vou viver até os 120 anos", afirmou.
Lula cobrou prefeitos e militantes aliados que se engajem na disputa eleitoral deste ano a seu favor. Repetiu que será uma eleição da "verdade contra a mentira" e "do bem contra o mal".
"Este ano não é um ano de eleição. É o ano da verdade. É o ano em que a gente vai ter que provar que a verdade e o bem pode vencer o mal e a mentira. Cabe a vocês prefeitos, vereadores, dirigentes sindicais, mulheres e homens deste País não permitir que haja uma prevalência da mentira. Não é possível conviver com a quantidade de mentiras que essas pessoas falam todos os dias", declarou.
Lula disse que sua campanha será focada em fazer "comparação em cada área, tudo o que aconteceu no País depois do impeachment, três anos de (Michel Temer) e quatro da coisa que governou este País (Jair Bolsonaro)".
"Quero fazer comparação de qual foi o presidente que mais teve relação com prefeitos na história. Nunca perguntei para um prefeito que partido ele é. Isso não me interessa, o que me interessa é se a cidade dele está precisando, se tem um projeto bom", declarou.
Lula cobrou prefeitos e militantes aliados que se engajem na disputa eleitoral deste ano a seu favor. Repetiu que será uma eleição da "verdade contra a mentira" e "do bem contra o mal".
"Este ano não é um ano de eleição. É o ano da verdade. É o ano em que a gente vai ter que provar que a verdade e o bem pode vencer o mal e a mentira. Cabe a vocês prefeitos, vereadores, dirigentes sindicais, mulheres e homens deste País não permitir que haja uma prevalência da mentira. Não é possível conviver com a quantidade de mentiras que essas pessoas falam todos os dias", declarou.
Lula disse que sua campanha será focada em fazer "comparação em cada área, tudo o que aconteceu no País depois do impeachment, três anos de (Michel Temer) e quatro da coisa que governou este País (Jair Bolsonaro)".
"Quero fazer comparação de qual foi o presidente que mais teve relação com prefeitos na história. Nunca perguntei para um prefeito que partido ele é. Isso não me interessa, o que me interessa é se a cidade dele está precisando, se tem um projeto bom", declarou.
Segurança pública
Lula reconheceu que a segurança pública é um problema no País e cobrou que os deputados aprovem a proposta de emenda à Constituição (PEC) que dá atribuições à União nesse setor. A PEC da Segurança está na Câmara desde o ano passado e não tem uma data definida para ser votada até o momento.
O presidente criticou a política armamentista defendida por bolsonaristas. Disse que "faziam apologia da arma como se cada um ter uma arma fosse a salvação" e que esses equipamentos iam parar nas mãos do crime organizado.
"Esse País chegou a um tempo em que era mais bonito vender armas do que livros. Faziam apologia da arma como se cada um ter uma arma fosse a salvação. E essas armas iam cair nas mãos do bandido ou do crime organizado", declarou.
"Nós sabemos que a segurança pública é um problema no País. Estou com uma PEC no Congresso Nacional para definir qual é o papel da União na segurança pública, porque pela Constituição a segurança pública é de responsabilidade do Estado. A União cuida da PF e da PRF. E se a PEC for aprovada, vou criar o ministério da Segurança Pública, mas vai ter que ter dinheiro para a gente resolver esse negócio. Por isso, meus companheiros deputados, vocês têm a responsabilidade de aprovar", completou.
O presidente criticou a política armamentista defendida por bolsonaristas. Disse que "faziam apologia da arma como se cada um ter uma arma fosse a salvação" e que esses equipamentos iam parar nas mãos do crime organizado.
"Esse País chegou a um tempo em que era mais bonito vender armas do que livros. Faziam apologia da arma como se cada um ter uma arma fosse a salvação. E essas armas iam cair nas mãos do bandido ou do crime organizado", declarou.
"Nós sabemos que a segurança pública é um problema no País. Estou com uma PEC no Congresso Nacional para definir qual é o papel da União na segurança pública, porque pela Constituição a segurança pública é de responsabilidade do Estado. A União cuida da PF e da PRF. E se a PEC for aprovada, vou criar o ministério da Segurança Pública, mas vai ter que ter dinheiro para a gente resolver esse negócio. Por isso, meus companheiros deputados, vocês têm a responsabilidade de aprovar", completou.
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