Publicado 19/03/2026 07:54 | Atualizado 19/03/2026 07:55
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) declarou, nesta quarta-feira (19), que apoia a pré-candidatura de Sérgio Moro (União Brasil-PR) para o governo do Estado do Paraná. O senador deve sair do União Brasil e se filiar ao Partido Liberal (PL) do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O acordo foi fechado numa reunião entre Moro e o deputado federal Filipe Barros (PL) no Senado Federal após o parlamentar não conseguir sinal verde do União Brasil para concorrer ao cargo. A informação foi confirmada por Barros após o encontro.
PublicidadeO acordo foi fechado numa reunião entre Moro e o deputado federal Filipe Barros (PL) no Senado Federal após o parlamentar não conseguir sinal verde do União Brasil para concorrer ao cargo. A informação foi confirmada por Barros após o encontro.
Em uma publicação na rede social do ex-juiz da Lava Jato, Flávio disse ser uma "grande alegria" que Moro compartilhe "das mesmas pautas e entenda o momento pelo qual o Brasil passa".
No vídeo do anúncio, estão presentes outros políticos, como o presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, o deputado federal Filipe Barros (PL-PR) e o presidente do PL-PR, deputado Giacobo.
Veja o vídeo:
Com isso, Moro sela um retorno à órbita do bolsonarismo, em que esteve durante sua passagem pelo governo Bolsonaro entre 2019 e 2020 como ministro da Justiça e Segurança Pública. Ele deixou a gestão acusando o então presidente de interferência na Polícia Federal (PF).
Em uma reunião na sede do PL com o presidente da sigla, Valdemar Costa Neto, Moro concordou em ter o apoio do partido bolsonarista para conceder palanque ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, no Paraná.
A falta de um candidato próprio no Paraná era um problema a ser resolvido, uma vez que o governador Ratinho Júnior (PSD) é também pré-candidato à Presidência da República e deve apoiar seu próprio grupo local, deixando os bolsonaristas sem palanque
A filiação de Moro deve ser feita na próxima terça-feira (24). O senador e o PL devem se concentrar nos próximos dias para desatar alguns nós que permitam a formação da chapa no Estado.
Um deles é a pré-candidatura de Cristina Graeml (Podemos) ao Senado Federal. A preocupação dos bolsonaristas é que ela possa prejudicar Barros ao dividir o voto da direita no Paraná, uma vez que o deputado também vai tentar uma cadeira de senador.
Lideranças do PL querem convencer Graeml a se filiar ao PL para ser a puxadora de votos no Estado para a Câmara dos Deputados. O ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo) será o outro nome ao Senado com apoio do PL.
A falta de um candidato próprio no Paraná era um problema a ser resolvido, uma vez que o governador Ratinho Júnior (PSD) é também pré-candidato à Presidência da República e deve apoiar seu próprio grupo local, deixando os bolsonaristas sem palanque
A filiação de Moro deve ser feita na próxima terça-feira (24). O senador e o PL devem se concentrar nos próximos dias para desatar alguns nós que permitam a formação da chapa no Estado.
Um deles é a pré-candidatura de Cristina Graeml (Podemos) ao Senado Federal. A preocupação dos bolsonaristas é que ela possa prejudicar Barros ao dividir o voto da direita no Paraná, uma vez que o deputado também vai tentar uma cadeira de senador.
Lideranças do PL querem convencer Graeml a se filiar ao PL para ser a puxadora de votos no Estado para a Câmara dos Deputados. O ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo) será o outro nome ao Senado com apoio do PL.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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