Publicado 30/03/2026 12:56
O presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, confirmou o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), como o candidato do partido à Presidência da República em 2026. "Caiado tem coragem, energia e experiência para assumir compromissos", disse. "O Brasil vai ser melhor se o Caiado for presidente", acrescentou.
As declarações ocorreram durante um painel sobre as eleições de 2026 no J. Safra Macro Day, evento realizado pelo Banco Safra, em São Paulo, nesta segunda-feira (30).
"O que tem norteado o PSD é uma postura de mostrar para o Brasil que a gente quer apresentar uma alternativa. Uma alternativa que não se apresente naquela briga de boxe, xingando os outros, olhando só os pontos negativos", afirmou, ao comentar a candidatura de Caiado ao Palácio do Planalto.
Na ocasião, Kassab disse que o partido tinha três bons nomes para o Palácio do Planalto, ao se referir ao governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), mas considerou que Caiado é o candidato mais forte para chegar ao 2º turno.
"O PSD, ao longo desses meses, debateu a questão. Tínhamos três nomes excelentes, uma escolha difícil", declarou. "Nós fomos amadurecendo. Nos últimos dias, acabamos, por uma questão eleitoral, entendendo que o Ronaldo Caiado tem mais chances de chegar no 2º turno. E chegando no 2º turno, ele vencerá as eleições", continuou.
Kassab acrescentou: "Acabamos, sim, nos definindo pelo Ronaldo Caiado, e ele vai ser o candidato a presidente da República do nosso partido. Mais do que isso, será a alternativa para os brasileiros que entendem que os últimos governos, tanto a família Bolsonaro quanto a família petista, tiveram as suas oportunidades".
Na entrevista, ele afirmou ainda que acredita na possibilidade de que a candidatura de Caiado se fortaleça fora da polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). "Tenho certeza de que nos próximos meses a terceira via pode ganhar corpo", afirmou.
Vai ter quem apoie Lula, vai ter quem apoie Caiado
PublicidadeAs declarações ocorreram durante um painel sobre as eleições de 2026 no J. Safra Macro Day, evento realizado pelo Banco Safra, em São Paulo, nesta segunda-feira (30).
"O que tem norteado o PSD é uma postura de mostrar para o Brasil que a gente quer apresentar uma alternativa. Uma alternativa que não se apresente naquela briga de boxe, xingando os outros, olhando só os pontos negativos", afirmou, ao comentar a candidatura de Caiado ao Palácio do Planalto.
Na ocasião, Kassab disse que o partido tinha três bons nomes para o Palácio do Planalto, ao se referir ao governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), e ao governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), mas considerou que Caiado é o candidato mais forte para chegar ao 2º turno.
"O PSD, ao longo desses meses, debateu a questão. Tínhamos três nomes excelentes, uma escolha difícil", declarou. "Nós fomos amadurecendo. Nos últimos dias, acabamos, por uma questão eleitoral, entendendo que o Ronaldo Caiado tem mais chances de chegar no 2º turno. E chegando no 2º turno, ele vencerá as eleições", continuou.
Kassab acrescentou: "Acabamos, sim, nos definindo pelo Ronaldo Caiado, e ele vai ser o candidato a presidente da República do nosso partido. Mais do que isso, será a alternativa para os brasileiros que entendem que os últimos governos, tanto a família Bolsonaro quanto a família petista, tiveram as suas oportunidades".
Na entrevista, ele afirmou ainda que acredita na possibilidade de que a candidatura de Caiado se fortaleça fora da polarização entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). "Tenho certeza de que nos próximos meses a terceira via pode ganhar corpo", afirmou.
Vai ter quem apoie Lula, vai ter quem apoie Caiado
Gilberto Kassab afirmou que espera que quadros do partido apoiem o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL), em vez do candidato da sigla à Presidência, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado.
"Vai ter quem apoia o Lula, vai ter quem apoia o Caiado, vai ter quem apoia o Flávio. Enquanto houver coligação majoritária no Brasil, vai ser essa salada", falou Kassab.
A declaração foi dada ao comentar o apoio do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), a Lula e não ao candidato de seu partido. "Alexandre Silveira era presidente do PSD em Minas Gerais, ele deixa a presidência para o deputado estadual Cássio Soares, que conduz o partido para apoiar o atual vice-governador, hoje governador, Matheus Simões, no campo antagônico ao Lula. Então, acho que o Alexandre Silveira foi ético, ele apoiou o Lula, está no governo, se afasta do partido", continuou.
Kassab minimizou a importância de uma possível desvantagem de Caiado em relação aos palanques estaduais de Flávio e de Lula: "Em eleições anteriores, era muito relevante o candidato a presidente ter o palanque físico regional, pelo mesmo motivo que citei agora há pouco: porque precisava ter uma estrutura para levar o material, para fazer a visita, o cabo eleitoral, o deputado federal. Não que isso não seja importante, mas não é mais tão importante. O candidato a presidente, ele fala com todo o Brasil nas redes sociais todo dia", disse.
Reforma eleitoral
"Vai ter quem apoia o Lula, vai ter quem apoia o Caiado, vai ter quem apoia o Flávio. Enquanto houver coligação majoritária no Brasil, vai ser essa salada", falou Kassab.
A declaração foi dada ao comentar o apoio do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), a Lula e não ao candidato de seu partido. "Alexandre Silveira era presidente do PSD em Minas Gerais, ele deixa a presidência para o deputado estadual Cássio Soares, que conduz o partido para apoiar o atual vice-governador, hoje governador, Matheus Simões, no campo antagônico ao Lula. Então, acho que o Alexandre Silveira foi ético, ele apoiou o Lula, está no governo, se afasta do partido", continuou.
Kassab minimizou a importância de uma possível desvantagem de Caiado em relação aos palanques estaduais de Flávio e de Lula: "Em eleições anteriores, era muito relevante o candidato a presidente ter o palanque físico regional, pelo mesmo motivo que citei agora há pouco: porque precisava ter uma estrutura para levar o material, para fazer a visita, o cabo eleitoral, o deputado federal. Não que isso não seja importante, mas não é mais tão importante. O candidato a presidente, ele fala com todo o Brasil nas redes sociais todo dia", disse.
Reforma eleitoral
Kassab defendeu alterações no modelo eleitoral e disse ser favorável ao voto distrital, ou seja, aquele em que o território é dividido em áreas geográficas menores, e cada uma elege seus próprios representantes. Segundo ele, esse modelo corrigiria atuais distorções causadas por candidatos famosos e seria uma "cláusula pétrea" para a sigla ganhar as eleições.
"Não tem nenhum sentido não implantar o voto distrital no Brasil Todos estamos percebendo que o nosso Legislativo - seja nas Câmaras Municipais, nas Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional - cada vez mais a presença - e isso é por conta das redes sociais - das celebridades, dos atletas, das lideranças religiosas, dos youtubers, ela é crescente. Eu não tenho nada contra essas pessoas, mas a grande maioria não tem a menor vocação para a vida pública", falou.
"Não tem nenhum sentido não implantar o voto distrital no Brasil Todos estamos percebendo que o nosso Legislativo - seja nas Câmaras Municipais, nas Assembleias Legislativas e no Congresso Nacional - cada vez mais a presença - e isso é por conta das redes sociais - das celebridades, dos atletas, das lideranças religiosas, dos youtubers, ela é crescente. Eu não tenho nada contra essas pessoas, mas a grande maioria não tem a menor vocação para a vida pública", falou.
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