Publicado 14/04/2026 16:17 | Atualizado 14/04/2026 17:30
São Paulo - O ex-governador de Goiás e pré-candidato do PSD à presidência da República, Ronaldo Caiado, disse nesta terça-feira, 14, que vai respeitar o resultado das eleições. Também frisou que fazer um governo capaz de impedir a volta do PT ao poder será um desafio maior do que vencer o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no pleito de outubro.
"Sou democrata na essência. O que der na urna, eu respeito. Nunca briguei com a urna, nunca briguei com o painel do Congresso Nacional. Eu me curvo ao resultado. Eu brigo muito para poder ganhar. Agora, sempre respeitei a decisão da maioria. Essa sempre foi a minha característica durante a minha vida política", declarou Caiado durante fórum realizado pela Apex Partners.
O pré-candidato pregou que o País abandone os debates sobre os ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro insatisfeitos com o resultado eleitoral invadiram e depredaram as sedes dos três poderes em Brasília, porque o assunto, na avaliação dele, fortalece a polarização.
"Não podemos ficar debatendo 8 de janeiro eternamente, porque isso alimenta um e retroalimenta o outro. Isso não traz resultado para o Brasil", declarou Caiado, para quem a população está cansada da polarização.
Após fazer um balanço de sua gestão em Goiás, dando ênfase à segurança pública, o pré-candidato afirmou que "quando você governa bem, você tem a chance de ser uma alternativa no País". "Você não aprende a governar na cadeira da Presidência da República. Tudo na vida tem degraus para você ter esse nível de experiência."
Conforme o ex-governador, assegurar a continuidade da oposição no poder, impedindo a volta do PT, será um desafio maior do que derrotar Lula em sua tentativa de reeleição. "Ganhar a eleição do Lula no segundo turno não será o maior desafio. O maior desafio é se quem for eleito saberá governar o País a ponto de fazer o sucessor ou se reeleger, e não deixar o PT com o populismo voltar em 2030", assinalou. Nesse ponto, ele acrescentou que em Goiás, onde governou, o PT deixou de ser opção para "os próximos 100 anos".
Publicidade"Sou democrata na essência. O que der na urna, eu respeito. Nunca briguei com a urna, nunca briguei com o painel do Congresso Nacional. Eu me curvo ao resultado. Eu brigo muito para poder ganhar. Agora, sempre respeitei a decisão da maioria. Essa sempre foi a minha característica durante a minha vida política", declarou Caiado durante fórum realizado pela Apex Partners.
O pré-candidato pregou que o País abandone os debates sobre os ataques antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, quando apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro insatisfeitos com o resultado eleitoral invadiram e depredaram as sedes dos três poderes em Brasília, porque o assunto, na avaliação dele, fortalece a polarização.
"Não podemos ficar debatendo 8 de janeiro eternamente, porque isso alimenta um e retroalimenta o outro. Isso não traz resultado para o Brasil", declarou Caiado, para quem a população está cansada da polarização.
Após fazer um balanço de sua gestão em Goiás, dando ênfase à segurança pública, o pré-candidato afirmou que "quando você governa bem, você tem a chance de ser uma alternativa no País". "Você não aprende a governar na cadeira da Presidência da República. Tudo na vida tem degraus para você ter esse nível de experiência."
Conforme o ex-governador, assegurar a continuidade da oposição no poder, impedindo a volta do PT, será um desafio maior do que derrotar Lula em sua tentativa de reeleição. "Ganhar a eleição do Lula no segundo turno não será o maior desafio. O maior desafio é se quem for eleito saberá governar o País a ponto de fazer o sucessor ou se reeleger, e não deixar o PT com o populismo voltar em 2030", assinalou. Nesse ponto, ele acrescentou que em Goiás, onde governou, o PT deixou de ser opção para "os próximos 100 anos".
Críticas a Lula
Caiado disse que concessões feitas pelo governo resultaram num presidencialismo fraco, que abriu o caminho para o Congresso assumir, via emendas parlamentares, o controle do orçamento da União.
Ao lembrar de seus mandatos como deputado e senador, Caiado pontuou que em sua época o debate se dava sob outros termos, sem negociações de emendas. "Não tinha essas deformidades, não tinha emenda impositiva, você discutia temas. Temos que restabelecer, desde que tenha presidente da República com autoridade moral para resgatar tudo isso", afirmou o pré-candidato em entrevista a jornalistas, após participação em fórum da Apex Partners.
Segundo Caiado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu mão de suas prerrogativas e as transferiu ao Congresso para não perder governabilidade. "Quando se tem um presidencialismo fraco, sem estatura moral, os poderes todos vão avançando como células que invadem o organismo. Falta comando", declarou o ex-governador. Ele acrescentou que o presidente, preocupado com escândalos de corrupção e comissões parlamentares de inquérito, as CPIs, entregou os anéis para não perder os dedos.
"Foi isso que você viu acontecer nesses anos de governo do PT", afirmou Caiado, evitando estender a mesma crítica ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ao lembrar de seus mandatos como deputado e senador, Caiado pontuou que em sua época o debate se dava sob outros termos, sem negociações de emendas. "Não tinha essas deformidades, não tinha emenda impositiva, você discutia temas. Temos que restabelecer, desde que tenha presidente da República com autoridade moral para resgatar tudo isso", afirmou o pré-candidato em entrevista a jornalistas, após participação em fórum da Apex Partners.
Segundo Caiado, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva abriu mão de suas prerrogativas e as transferiu ao Congresso para não perder governabilidade. "Quando se tem um presidencialismo fraco, sem estatura moral, os poderes todos vão avançando como células que invadem o organismo. Falta comando", declarou o ex-governador. Ele acrescentou que o presidente, preocupado com escândalos de corrupção e comissões parlamentares de inquérito, as CPIs, entregou os anéis para não perder os dedos.
"Foi isso que você viu acontecer nesses anos de governo do PT", afirmou Caiado, evitando estender a mesma crítica ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
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