Publicado 16/04/2026 17:15
O diretor de Fiscalização do Banco Central, Ailton de Aquino, mencionou a liquidação da cooperativa de crédito Creditag nesta quinta-feira (16), e disse que o relacional da autoridade monetária com as cooperativas também passa por um processo de educação, de remover as instituições que não atendem ao propósito da categoria. Aquino afirmou, na sequência, ser inadmissível que cooperativas sejam usadas como instrumento de bets ilegais.
Publicidade"Eu não posso pensar que a OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), ou quem quer que seja, compactua com instituições, com entidades do segmento dessa forma", disse ele. "Aqui é a demonstração clara. Seremos parceiros, sim, mas também adotaremos as medidas necessárias, tirando do sistema entidades que não estão cumprindo o seu propósito."
As declarações foram dadas na abertura de seminário promovido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) em parceria com o Banco Central (BC), em Brasília.
Segurança cibernética
Em seu discurso, o diretor também mencionou que um dos incidentes cibernéticos complexos no sistema financeiro registrados no ano passado afetou cooperativas de crédito. "Pela primeira vez, eu vi, por um risco operacional, instituições quebrarem. ... Ou seja, olha o impacto, olha a necessidade de investimentos", disse.
Ailton mencionou que avaliadores do Fundo Monetário Internacional (FMI) que estavam em missão no Brasil elogiaram o modelo brasileiro de supervisão na parte cibernética, mas destacaram o nível elevado dos hackers brasileiros:
As declarações foram dadas na abertura de seminário promovido pela Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) em parceria com o Banco Central (BC), em Brasília.
Segurança cibernética
Em seu discurso, o diretor também mencionou que um dos incidentes cibernéticos complexos no sistema financeiro registrados no ano passado afetou cooperativas de crédito. "Pela primeira vez, eu vi, por um risco operacional, instituições quebrarem. ... Ou seja, olha o impacto, olha a necessidade de investimentos", disse.
Ailton mencionou que avaliadores do Fundo Monetário Internacional (FMI) que estavam em missão no Brasil elogiaram o modelo brasileiro de supervisão na parte cibernética, mas destacaram o nível elevado dos hackers brasileiros:
"Não podemos baixar a guarda. Tivemos o primeiro incidente, fizemos mudança, ocorreu o segundo incidente. E agora, recentemente, em grandes organizações. Tem que se perceber, tem que investir. Tem que ter uma visão muito clara.", finalizou.
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