Publicado 24/04/2026 11:30 | Atualizado 24/04/2026 13:59
O cardiologista Roberto Kalil Filho afirmou nesta sexta-feira, 24, que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não possui restrições médicas para tocar a campanha de reeleição, após procedimento realizado no Hospital Sírio-Libanês, na capital paulista. O petista recebeu alta por volta das 11h.
Segundo Kalil, Lula foi submetido à retirada de uma lesão no couro cabeludo (queratose), intervenção que já estava programada havia cerca de dois meses. O procedimento durou aproximadamente uma hora e ocorreu sem intercorrências.
"O presidente foi submetido à retirada de uma lesãozinha de pele, algo já previsto. Foi tudo tranquilo", afirmou o médico. Ele ressaltou que a intervenção não tem relação com qualquer queda no banheiro do Palácio do Alvorada.
A orientação médica é de repouso relativo nos próximos dias, com cautela na participação em grandes eventos imediatamente após a cirurgia. Ainda assim, o médico descartou impactos na agenda política. "Ele deve retomar a rotina normal em poucos dias. Isso não vai atrapalhar a campanha", disse.
De acordo com a dermatologista Cristina Abdalla, trata-se de uma lesão comum, associada à exposição solar, classificada como carcinoma basocelular. "É a lesão de pele mais frequente. É localizada, não se espalha, e a conduta é a retirada", explicou. O material foi encaminhado para biópsia, com resultado definitivo previsto para os próximos dias.
Além disso, o presidente passou por uma infiltração na mão para tratar uma inflamação, também sem complicações.
Segundo a médica do presidente, Ana Helena Germoglio, o presidente apresenta bom estado geral e bom humor.
Durante a recuperação, Lula deverá manter cuidados locais, como uso de curativo e proteção contra o sol, incluindo chapéu. A cicatrização completa da área operada deve levar cerca de um mês. Ele irá repousar em sua residência na capital paulista, no bairro Alto de Pinheiros, na Zona Oeste.
PublicidadeSegundo Kalil, Lula foi submetido à retirada de uma lesão no couro cabeludo (queratose), intervenção que já estava programada havia cerca de dois meses. O procedimento durou aproximadamente uma hora e ocorreu sem intercorrências.
"O presidente foi submetido à retirada de uma lesãozinha de pele, algo já previsto. Foi tudo tranquilo", afirmou o médico. Ele ressaltou que a intervenção não tem relação com qualquer queda no banheiro do Palácio do Alvorada.
A orientação médica é de repouso relativo nos próximos dias, com cautela na participação em grandes eventos imediatamente após a cirurgia. Ainda assim, o médico descartou impactos na agenda política. "Ele deve retomar a rotina normal em poucos dias. Isso não vai atrapalhar a campanha", disse.
De acordo com a dermatologista Cristina Abdalla, trata-se de uma lesão comum, associada à exposição solar, classificada como carcinoma basocelular. "É a lesão de pele mais frequente. É localizada, não se espalha, e a conduta é a retirada", explicou. O material foi encaminhado para biópsia, com resultado definitivo previsto para os próximos dias.
Além disso, o presidente passou por uma infiltração na mão para tratar uma inflamação, também sem complicações.
Segundo a médica do presidente, Ana Helena Germoglio, o presidente apresenta bom estado geral e bom humor.
Durante a recuperação, Lula deverá manter cuidados locais, como uso de curativo e proteção contra o sol, incluindo chapéu. A cicatrização completa da área operada deve levar cerca de um mês. Ele irá repousar em sua residência na capital paulista, no bairro Alto de Pinheiros, na Zona Oeste.
Segundo o boletim médico, o presidente deve voltar às atividades habituais na próxima segunda-feira, 27. Com a previsão de retorno às atividades para a segunda, a participação de Lula no 8º Congresso Nacional do PT é uma dúvida O partido havia anunciado que o presidente participaria, presencialmente, no evento durante o domingo, 26.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, acompanhou o presidente durante o atendimento. Segundo a equipe médica, Lula já demonstrava disposição para deixar o hospital pouco após o procedimento.
A primeira-dama Rosângela Lula da Silva, a Janja, acompanhou o presidente durante o atendimento. Segundo a equipe médica, Lula já demonstrava disposição para deixar o hospital pouco após o procedimento.
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