Publicado 07/05/2026 09:23
A terceira fase da Operação Baco apreendeu quase 2 mil litros de bebidas alcoólicas adulteradas e/ou sem registro em Belo Horizonte e em cidades da região metropolitana, como Betim, Contagem e Nova Lima. Ao todo, foram inutilizadas mais de 1,7 mil garrafas, dornas, barris e galões.
PublicidadeOs produtos, considerados impróprios para consumo, eram vendidos em diversos pontos de grande circulação, inclusive no Mercado Central, bares e depósitos. No total, 29 estabelecimentos foram fiscalizados entre os dias 1º e 30 de abril.
"Além do material descartado in loco nos locais fiscalizados, há bebidas apreendidas que serão submetidas à análise laboratorial para constatação ou não de uma adulteração, qualquer que seja ela. Essa confirmação é algo que depende do trabalho de perícia", disse o superintendente de Integração e Planejamento Operacional da Sejusp, Bernardo Naves.
O superintendente frisou também que, embora as apreensões desta fase tenham sido, em sua maioria, de destilados, outras bebidas alcoólicas também são passíveis de adulteração. "Há uma percepção social de que os destilados seriam o problema, mas a cerveja também pode ser igualmente falsificada", informou.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.