Publicado 13/05/2026 09:41
A pesquisa Genial/Quaest divulgada nesta quarta-feira, 13, mostra um aumento da percepção de que há vários afetados pelo escândalo do banco Master. Para 46% várias instituições foram afetadas negativamente pelo caso. A lista envolve governo Lula, STF/Judiciário, governo anterior a Bolsonaro, Banco Central e Congresso. Em março, eram 40% que tinham essa percepção.
Também consideram que foram mais negativamente afetados:
- Governo Lula: 11%;
- STF/Judiciário: 10%;
- Governo anterior a Bolsonaro: 9%;
- Banco Central: 7%;
- Congresso: 2%;
- Nenhum deles: 1%;
- Não souberam/Não responderam: 14%.
A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de maio, com 2.004 entrevistas presenciais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03598/2026.
PublicidadeTambém consideram que foram mais negativamente afetados:
- Governo Lula: 11%;
- STF/Judiciário: 10%;
- Governo anterior a Bolsonaro: 9%;
- Banco Central: 7%;
- Congresso: 2%;
- Nenhum deles: 1%;
- Não souberam/Não responderam: 14%.
A margem de erro estimada é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de maio, com 2.004 entrevistas presenciais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03598/2026.
Lula saiu mais forte após encontro com Trump
A pesquisa também mostra que uma fatia maior dos brasileiros considera que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) saiu fortalecido da reunião que teve com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na semana passada. Os que pensam assim são 43%. Para 26%, Lula saiu mais fraco e, para 13%, saiu igual. Os que não sabem ou não responderam são 18%.
Há também os 37% que dizem que a reunião foi mais positiva a Lula, contra 20% que dizem ter sido mais negativa. Outros 6% dizem não ter sido nem positiva nem negativa e 37% não souberam ou não responderam.
Em relação aos efeitos para o Brasil, 60% disseram ter considerado a reunião boa para o País, contra 18% que a acharam ruim. Já 10% disseram não ter sido boa nem ruim para o Brasil e 12% não souberam ou não responderam.
Além disso, 70% dos entrevistados afirmaram terem sabido do encontro, contra 30% que disseram desconhecê-lo.
Quanto à atitude de Lula, 56% afirmaram que o petista teve uma postura "amigável", 13% consideram que ele foi duro e 3% que não foi nem amigável nem duro. Outros 28% não souberam ou não responderam.
A maioria (56%) defende que Lula seja aliado dos Estados Unidos, 29% que seja independente e 6% que seja opositor.
A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de maio, com 2.004 entrevistas presenciais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03598/2026.
Há também os 37% que dizem que a reunião foi mais positiva a Lula, contra 20% que dizem ter sido mais negativa. Outros 6% dizem não ter sido nem positiva nem negativa e 37% não souberam ou não responderam.
Em relação aos efeitos para o Brasil, 60% disseram ter considerado a reunião boa para o País, contra 18% que a acharam ruim. Já 10% disseram não ter sido boa nem ruim para o Brasil e 12% não souberam ou não responderam.
Além disso, 70% dos entrevistados afirmaram terem sabido do encontro, contra 30% que disseram desconhecê-lo.
Quanto à atitude de Lula, 56% afirmaram que o petista teve uma postura "amigável", 13% consideram que ele foi duro e 3% que não foi nem amigável nem duro. Outros 28% não souberam ou não responderam.
A maioria (56%) defende que Lula seja aliado dos Estados Unidos, 29% que seja independente e 6% que seja opositor.
A margem de erro estimada é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada entre os dias 8 e 11 de maio, com 2.004 entrevistas presenciais. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03598/2026.
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.