Publicado 20/05/2026 09:57 | Atualizado 20/05/2026 11:49
O ministro da Previdência Social, Wolney Queiroz, afirmou nesta quarta-feira (20) que já foram ressarcidas 4,5 milhões de pessoas fraudadas com descontos indevidos no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Ele concedeu entrevista ao programa Bom dia, ministro da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
"Nós fizemos o ressarcimento de mais de 4,5 milhões de pensionistas e aposentados. Nunca na história do Brasil aconteceu isso, o governo devolvendo o dinheiro, procurando as pessoas", afirmou.
Ele declarou que o governo tomou medidas para aumentar a segurança do INSS, mesmo sendo alvo de críticas por ter supostamente dificultado o acesso. "Nós só temos duas alternativas. Ou a gente facilita e acaba com a biometria e fica sujeito a fraudes, ou a gente restringe o acesso e aí fica um pouco mais difícil para o aposentado e o pensionista, mas garante que não haja fraudes. E é esse o objetivo que a gente tem de dar maior segurança", completou.
Publicidade"Nós fizemos o ressarcimento de mais de 4,5 milhões de pensionistas e aposentados. Nunca na história do Brasil aconteceu isso, o governo devolvendo o dinheiro, procurando as pessoas", afirmou.
Ele declarou que o governo tomou medidas para aumentar a segurança do INSS, mesmo sendo alvo de críticas por ter supostamente dificultado o acesso. "Nós só temos duas alternativas. Ou a gente facilita e acaba com a biometria e fica sujeito a fraudes, ou a gente restringe o acesso e aí fica um pouco mais difícil para o aposentado e o pensionista, mas garante que não haja fraudes. E é esse o objetivo que a gente tem de dar maior segurança", completou.
Reforma da previdência
O ministro afirmou que é contra a reforma da previdência porque esta sempre sobra para os trabalhadores pagarem a conta.
"Ela vai tirar dinheiro do seu salário para você pagar mais. Ela vai fazer com que o tempo para se aposentar seja maior ou ela vai aumentar a alíquota, ou os três. Então, normalmente, é para você pagar essa conta", disse se dirigindo aos trabalhadores.
Ele afirmou ainda que as pessoas falam com facilidade de reforma da previdência porque estão no "ar condicionado" e que as soluções deveriam vir de melhorar a produtividade do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com revisões internas.
"Daqui a pouco a gente vai querer que a pessoa trabalhe até morrer. Eu sou contra a reforma. Eu acho que a gente tem que trabalhar para fazer com que cada vez menos necessite de reforma A gente atua dentro da Previdência Social", declarou.
Fila do INSS
"Ela vai tirar dinheiro do seu salário para você pagar mais. Ela vai fazer com que o tempo para se aposentar seja maior ou ela vai aumentar a alíquota, ou os três. Então, normalmente, é para você pagar essa conta", disse se dirigindo aos trabalhadores.
Ele afirmou ainda que as pessoas falam com facilidade de reforma da previdência porque estão no "ar condicionado" e que as soluções deveriam vir de melhorar a produtividade do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com revisões internas.
"Daqui a pouco a gente vai querer que a pessoa trabalhe até morrer. Eu sou contra a reforma. Eu acho que a gente tem que trabalhar para fazer com que cada vez menos necessite de reforma A gente atua dentro da Previdência Social", declarou.
Fila do INSS
Na entrevista, Wolney Queiroz também afirmou que o objetivo do governo é zerar a fila do INSS até o fim do ano, deixando apenas o fluxo de cerca de 1,3 milhão de pedidos que chegam mensalmente
"Então o nosso desafio, a nossa tarefa é deixar essa fila abaixo de 1,3 milhão, ou seja, 1,3 milhão é só o fluxo do mês, não tem mais nada, e abaixo dos 45 dias. E nós estamos indo bem nessas duas categorias. Estamos na média. Estamos avançando bem. Estou querendo zerar essa fila até o final desse ano", afirmou o ministro.
"Então o nosso desafio, a nossa tarefa é deixar essa fila abaixo de 1,3 milhão, ou seja, 1,3 milhão é só o fluxo do mês, não tem mais nada, e abaixo dos 45 dias. E nós estamos indo bem nessas duas categorias. Estamos na média. Estamos avançando bem. Estou querendo zerar essa fila até o final desse ano", afirmou o ministro.
Trabalhadores em aplicativos
O ministro afirmou querer que os entregadores e motoristas de aplicativo façam parte da Previdência. "Nós não estamos querendo taxar vocês. Nós não estamos querendo onerar o serviço. Nós estamos querendo proteger vocês, para que vocês fiquem embaixo desse guarda-chuva do Estado", afirmou Queiroz.
Segundo ele, a ideia é mudar a conversa sobre a seguridade social de fraudes e filas para um órgão que protege a população nos momentos de dificuldade. Isso faria com que mais pessoas aderissem ao sistema e este ficasse mais saudável financeiramente mesmo com o envelhecimento da população.
"Por isso que eu estou fazendo essa propaganda, por isso que a gente tem que falar bem do INSS, para que a gente possa atrair esse contingente para contribuir com a previdência social", completou o ministro.
Segundo ele, a ideia é mudar a conversa sobre a seguridade social de fraudes e filas para um órgão que protege a população nos momentos de dificuldade. Isso faria com que mais pessoas aderissem ao sistema e este ficasse mais saudável financeiramente mesmo com o envelhecimento da população.
"Por isso que eu estou fazendo essa propaganda, por isso que a gente tem que falar bem do INSS, para que a gente possa atrair esse contingente para contribuir com a previdência social", completou o ministro.
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