Publicado 26/05/2026 13:51 | Atualizado 26/05/2026 14:03
Brasília - O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta terça-feira, 26, que o Brasil não precisa de outro integrante da família Bolsonaro trabalhando contra o país nos Estados Unidos ao ser perguntado pelo Broadcast se um possível encontro do senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) com o presidente norte-americano, Donald Trump, atrapalharia as negociações entre Brasil e EUA.
Ele conversou com jornalistas depois de visitar uma concessionária de carros elétricos na capital federal para conhecer o modelo de carro que entraria no novo programa de crédito para motoristas de aplicativo e taxistas.
"Em relação à visita do pré-candidato nos Estados Unidos, vou explicar. Nós já tínhamos um da família trabalhando contra o Brasil. Não precisamos ter dois trabalhando contra", afirmou.
Trump deve realizar exames médicos e odontológicos preventivos nesta terça-feira. Entre os compromissos listados na agenda oficial do republicano não consta um possível encontro com Flávio Bolsonaro.
O senador do PL embarcou para os EUA no domingo, 24, com o objetivo de se encontrar com o presidente norte-americano. Ele informou ao Senado que ficaria fora do Brasil até quinta-feira, 28.
A equipe do senador não divulgou detalhes da agenda dele durante a viagem nem quando ele deve se encontrar com Trump. A Casa Branca, por sua vez, não se manifestou sobre o encontro e eventual convite.
Na semana passada, Flávio Bolsonaro afirmou que não foi ele quem pediu o encontro. "No, I didnt ask anything", disse o senador em inglês ao ser questionado sobre a possível viagem.
Esse pode ser o primeiro encontro de Flávio Bolsonaro oficialmente como pré-candidato à Presidência com Trump. O senador tem mantido viagens regulares aos EUA desde dezembro, quando anunciou a intenção de concorrer ao Planalto, incluindo participação na Conservative Political Action Conference (CPAC), um dos maiores eventos conservadores do mundo, em março.
PublicidadeEle conversou com jornalistas depois de visitar uma concessionária de carros elétricos na capital federal para conhecer o modelo de carro que entraria no novo programa de crédito para motoristas de aplicativo e taxistas.
"Em relação à visita do pré-candidato nos Estados Unidos, vou explicar. Nós já tínhamos um da família trabalhando contra o Brasil. Não precisamos ter dois trabalhando contra", afirmou.
Trump deve realizar exames médicos e odontológicos preventivos nesta terça-feira. Entre os compromissos listados na agenda oficial do republicano não consta um possível encontro com Flávio Bolsonaro.
O senador do PL embarcou para os EUA no domingo, 24, com o objetivo de se encontrar com o presidente norte-americano. Ele informou ao Senado que ficaria fora do Brasil até quinta-feira, 28.
A equipe do senador não divulgou detalhes da agenda dele durante a viagem nem quando ele deve se encontrar com Trump. A Casa Branca, por sua vez, não se manifestou sobre o encontro e eventual convite.
Na semana passada, Flávio Bolsonaro afirmou que não foi ele quem pediu o encontro. "No, I didnt ask anything", disse o senador em inglês ao ser questionado sobre a possível viagem.
Esse pode ser o primeiro encontro de Flávio Bolsonaro oficialmente como pré-candidato à Presidência com Trump. O senador tem mantido viagens regulares aos EUA desde dezembro, quando anunciou a intenção de concorrer ao Planalto, incluindo participação na Conservative Political Action Conference (CPAC), um dos maiores eventos conservadores do mundo, em março.
Procura por programa para taxistas e motoristas de apps
Alckmin afirmou que há enorme procura pelo novo programa do governo que cria linhas de crédito com benefícios para motoristas de táxi e de aplicativos.
"Esse programa são R$ 30 bilhões. Hoje saiu a medida provisória, vale por 120 dias, e teve uma enorme procura, enorme procura. As pessoas, os taxistas e os motoristas de aplicativo, já podem se cadastrar, entrar na elegibilidade para o sistema, e os juros caem praticamente a metade", afirmou Alckmin.
Segundo ele, as mulheres terão ainda mais redução na taxa de juros dos financiamentos porque o governo quer estimular que elas ganhem espaço no setor.
"A gente quer estimular que mais mulheres venham participar como motoristas de aplicativo ou taxista. Então, é um estímulo importante. O prazo de pagamento são uns 70 meses e a procura está enorme, vai ser um grande sucesso", completou o vice-presidente da República.
"Esse programa são R$ 30 bilhões. Hoje saiu a medida provisória, vale por 120 dias, e teve uma enorme procura, enorme procura. As pessoas, os taxistas e os motoristas de aplicativo, já podem se cadastrar, entrar na elegibilidade para o sistema, e os juros caem praticamente a metade", afirmou Alckmin.
Segundo ele, as mulheres terão ainda mais redução na taxa de juros dos financiamentos porque o governo quer estimular que elas ganhem espaço no setor.
"A gente quer estimular que mais mulheres venham participar como motoristas de aplicativo ou taxista. Então, é um estímulo importante. O prazo de pagamento são uns 70 meses e a procura está enorme, vai ser um grande sucesso", completou o vice-presidente da República.
Fim da jornada 6x1
O vice-presidente da República também destacou que ideia do governo de acabar com a jornada de trabalho 6x1 não tem relação com as eleições. Segundo ele, a Câmara dos Deputados fez um bom entendimento, com uma transição para a redução da jornada, em texto aprovado na segunda-feira na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).
"Na realidade, isso não tem relação especificamente com eleição. Há uma tendência mundial de redução de jornada de trabalho, eu fui constituinte em 1988 e a jornada veio para 44 horas, estamos falando de 38 anos depois. Há uma tendência mundial de ter uma redução de jornada", afirmou.
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduz de 44 para 40 horas semanais da jornada de trabalho teve seu relatório lido na segunda, mas a votação foi adiada por conta de um pedido de vistas. Alckmin elogiou o texto, que prevê uma transição menor, de 44 para 42 horas, chegando às 40 horas apenas em 2027.
"Eu acho que é uma medida correta e que foi feito um bom entendimento. Nós vamos implantar metade, duas horas agora, e redução de outras duas daqui um ano. Eu acho que é um bom entendimento", completou o vice-presidente.
"Na realidade, isso não tem relação especificamente com eleição. Há uma tendência mundial de redução de jornada de trabalho, eu fui constituinte em 1988 e a jornada veio para 44 horas, estamos falando de 38 anos depois. Há uma tendência mundial de ter uma redução de jornada", afirmou.
A Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que reduz de 44 para 40 horas semanais da jornada de trabalho teve seu relatório lido na segunda, mas a votação foi adiada por conta de um pedido de vistas. Alckmin elogiou o texto, que prevê uma transição menor, de 44 para 42 horas, chegando às 40 horas apenas em 2027.
"Eu acho que é uma medida correta e que foi feito um bom entendimento. Nós vamos implantar metade, duas horas agora, e redução de outras duas daqui um ano. Eu acho que é um bom entendimento", completou o vice-presidente.
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