Publicado 29/05/2026 15:23 | Atualizado 29/05/2026 16:00
O dirigente nacional do MDB, Luiz Felipe Baleia Tenuto Rossi, afirmou nesta sexta-feira (29) que costuma ouvir que o país necessita de uma liderança com o perfil do antigo chefe do Executivo federal. A declaração foi feita ao criticar a ausência de propostas dos pré-candidatos à Presidência no pleito deste ano.
"Na eleição de 2026, agora, este ano, nós deveríamos debater não pessoas, como a gente tem visto por aí; a gente deveria debater projetos", declarou o comandante partidário. "Nós podemos correr os riscos, que seria muito ruim, de novamente eleger o presidente que seja menos rejeitado, e não aquele que verdadeiramente a população quer para o futuro do País."
A fala ocorreu durante um encontro de negócios promovido pelo Grupo Lide, em São Paulo (SP). Também participaram da agenda o próprio homenageado, o vice-governador paulista e o prefeito da capital.
Baleia disse ainda que a legenda está preparada para a disputa nas urnas, com dez nomes ao governo estadual, 20 ao Senado Federal e uma bancada atual de 37 deputados federais. Segundo ele, a meta é ampliar a força política nas duas Casas do Congresso Nacional no próximo mandato.
Publicidade"Na eleição de 2026, agora, este ano, nós deveríamos debater não pessoas, como a gente tem visto por aí; a gente deveria debater projetos", declarou o comandante partidário. "Nós podemos correr os riscos, que seria muito ruim, de novamente eleger o presidente que seja menos rejeitado, e não aquele que verdadeiramente a população quer para o futuro do País."
A fala ocorreu durante um encontro de negócios promovido pelo Grupo Lide, em São Paulo (SP). Também participaram da agenda o próprio homenageado, o vice-governador paulista e o prefeito da capital.
Baleia disse ainda que a legenda está preparada para a disputa nas urnas, com dez nomes ao governo estadual, 20 ao Senado Federal e uma bancada atual de 37 deputados federais. Segundo ele, a meta é ampliar a força política nas duas Casas do Congresso Nacional no próximo mandato.
'Sempre dou chance das pessoas esclarecerem fatos', diz Baleia sobre Flávio e Vorcaro
Baleia também evitou fazer críticas ao pré-candidato à Presidência pelo Partido Liberal (PL), Flávio Bolsonaro, ao ser questionado sobre a relação do senador com o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro. Segundo o dirigente, ele costuma dar a oportunidade para que as pessoas apresentem sua versão antes de fazer julgamentos.
"Não tenho informações sobre essa relação. O que eu tenho de informação é o que está na mídia e todos aguardam até porque senador hoje é pré-candidato a presidente da República, que ele faça os esclarecimentos", declarou. "Sempre dou a chance das pessoas esclarecerem esses fatos", emendou o comandante partidário.
O deputado federal é aliado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A legenda emedebista faz parte da base da direita e do bolsonarismo no estado, mas mantém neutralidade no plano federal. Nas regiões Nordeste e Norte, a sigla possui proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
As tratativas entre o congressista da oposição e o banqueiro estão centradas nas negociações financeiras para o patrocínio de um filme sobre o antigo chefe do Executivo, Jair Bolsonaro. Mensagens e áudios revelados pelo portal The Intercept Brasil e confirmados pelo Estadão expuseram que o postulante ao Planalto negociou valores diretamente, que chegariam a R$ 134 milhões para custear as gravações.
Inicialmente, o parlamentar negou qualquer conexão de sua família com o empresário. Após as revelações da imprensa, o pré-candidato admitiu publicamente o pedido de recursos e até uma visita à residência do dono da instituição financeira privada, quando o executivo já utilizava tornozeleira eletrônica.
O senador justificou esse encontro afirmando que a agenda serviu apenas para encerrar a relação comercial. Mas, em entrevista à GloboNews, a cúpula do PL contradisse a versão do parlamentar, afirmando que o pré-candidato foi até a casa do réu para tentar obter o restante do dinheiro planejado.
"Não tenho informações sobre essa relação. O que eu tenho de informação é o que está na mídia e todos aguardam até porque senador hoje é pré-candidato a presidente da República, que ele faça os esclarecimentos", declarou. "Sempre dou a chance das pessoas esclarecerem esses fatos", emendou o comandante partidário.
O deputado federal é aliado do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). A legenda emedebista faz parte da base da direita e do bolsonarismo no estado, mas mantém neutralidade no plano federal. Nas regiões Nordeste e Norte, a sigla possui proximidade com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
As tratativas entre o congressista da oposição e o banqueiro estão centradas nas negociações financeiras para o patrocínio de um filme sobre o antigo chefe do Executivo, Jair Bolsonaro. Mensagens e áudios revelados pelo portal The Intercept Brasil e confirmados pelo Estadão expuseram que o postulante ao Planalto negociou valores diretamente, que chegariam a R$ 134 milhões para custear as gravações.
Inicialmente, o parlamentar negou qualquer conexão de sua família com o empresário. Após as revelações da imprensa, o pré-candidato admitiu publicamente o pedido de recursos e até uma visita à residência do dono da instituição financeira privada, quando o executivo já utilizava tornozeleira eletrônica.
O senador justificou esse encontro afirmando que a agenda serviu apenas para encerrar a relação comercial. Mas, em entrevista à GloboNews, a cúpula do PL contradisse a versão do parlamentar, afirmando que o pré-candidato foi até a casa do réu para tentar obter o restante do dinheiro planejado.
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