Publicado 22/06/2026 17:28 | Atualizado 22/06/2026 17:47
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à presidência da República, disse que "não tem nenhum cabimento nós continuarmos aceitando essa elevada carga tributária, esse excesso de regulamentação". Também afirmou que, se eleito, fará um "governo pragmático nas relações internacionais".
As declarações ocorreram nesta segunda-feira, 22, no evento "A indústria na agenda dos presidenciáveis", realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
"Não dá para, a todo momento, provocar a maior democracia do mundo com ofensa, ameaçando o dólar como padrão de comércio internacional, acusando o governo de ser fascista. A única pessoa que quer tarifação de empresas brasileiras é Lula, porque acredita que com isso terá algum benefício eleitoral", disse Flávio.
Ele voltou a negar que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para aplicar um novo tarifaço sobre o Brasil. "Pedi paciência, aguarde um pouco: a partir de janeiro, o Brasil terá um presidente da República que vai negociar de igual para igual com os EUA", afirmou.
"Vai ser diferente a partir de janeiro de 2027, porque a única certeza que eu tenho é que Lula não será mais o presidente da República a partir do ano que vem", destacou o senador, que também classificou a disputa presidencial como uma escolha entre o "caminho das trevas" e o "caminho da prosperidade".
Também compareceu ao evento o pré-candidato e ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Em seguida, deve participar o ex-governador de Goiás e presidenciável Ronaldo Caiado (PSD).
PublicidadeAs declarações ocorreram nesta segunda-feira, 22, no evento "A indústria na agenda dos presidenciáveis", realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
"Não dá para, a todo momento, provocar a maior democracia do mundo com ofensa, ameaçando o dólar como padrão de comércio internacional, acusando o governo de ser fascista. A única pessoa que quer tarifação de empresas brasileiras é Lula, porque acredita que com isso terá algum benefício eleitoral", disse Flávio.
Ele voltou a negar que pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para aplicar um novo tarifaço sobre o Brasil. "Pedi paciência, aguarde um pouco: a partir de janeiro, o Brasil terá um presidente da República que vai negociar de igual para igual com os EUA", afirmou.
"Vai ser diferente a partir de janeiro de 2027, porque a única certeza que eu tenho é que Lula não será mais o presidente da República a partir do ano que vem", destacou o senador, que também classificou a disputa presidencial como uma escolha entre o "caminho das trevas" e o "caminho da prosperidade".
Também compareceu ao evento o pré-candidato e ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Em seguida, deve participar o ex-governador de Goiás e presidenciável Ronaldo Caiado (PSD).
Reforma tributária
Flávio criticou a reforma tributária aprovada pelo governo Lula e defendeu suspender sua regulamentação.
"É uma maluquice. Quase 40% de imposto, quem aguenta? É óbvio que isso vai descambar para inadimplência, para sonegação. Já na curva de Laffer, a gente ficou lá para trás. Então, óbvio que tem que ser feito os ajustes. E quando eu falo de suspender a regulamentação da reforma tributária, é para dar tempo de a gente fazer uma reforma tributária negativa, com redução de carga tributária ao longo dos anos, com previsibilidade, com ajuste fiscal", afirmou.
A declaração do parlamentar foi dada durante participação no evento "A indústria na agenda dos presidenciáveis", realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
Flávio disse ainda que pretende fazer uma grande revogação de portarias e decretos do governo Lula caso seja eleito.
"O (ex-)presidente Bolsonaro foi o governo que mais desburocratizou, mais simplificou a legislação, promovia revogaços de instituições normativas, de normas regulamentadoras, de portarias, e nós vamos voltar com isso aqui, além de fazer um grande tesouraço na primeira oportunidade que nós tivermos para revogar milhares dessas normas regulamentadoras, instruções normativas, portarias, decretos, que são inúteis, que servem para atrasar o empreendedor", afirmou.
Também compareceu ao evento o pré-candidato e ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Em seguida, deve participar o ex-governador de Goiás e presidenciável Ronaldo Caiado (PSD). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi convidado, mas não participou. O petista cumpre agenda no Rio de Janeiro.
"É uma maluquice. Quase 40% de imposto, quem aguenta? É óbvio que isso vai descambar para inadimplência, para sonegação. Já na curva de Laffer, a gente ficou lá para trás. Então, óbvio que tem que ser feito os ajustes. E quando eu falo de suspender a regulamentação da reforma tributária, é para dar tempo de a gente fazer uma reforma tributária negativa, com redução de carga tributária ao longo dos anos, com previsibilidade, com ajuste fiscal", afirmou.
A declaração do parlamentar foi dada durante participação no evento "A indústria na agenda dos presidenciáveis", realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), em Brasília.
Flávio disse ainda que pretende fazer uma grande revogação de portarias e decretos do governo Lula caso seja eleito.
"O (ex-)presidente Bolsonaro foi o governo que mais desburocratizou, mais simplificou a legislação, promovia revogaços de instituições normativas, de normas regulamentadoras, de portarias, e nós vamos voltar com isso aqui, além de fazer um grande tesouraço na primeira oportunidade que nós tivermos para revogar milhares dessas normas regulamentadoras, instruções normativas, portarias, decretos, que são inúteis, que servem para atrasar o empreendedor", afirmou.
Também compareceu ao evento o pré-candidato e ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Em seguida, deve participar o ex-governador de Goiás e presidenciável Ronaldo Caiado (PSD). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi convidado, mas não participou. O petista cumpre agenda no Rio de Janeiro.
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