Publicado 17/07/2026 17:22 | Atualizado 17/07/2026 17:36
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse nesta sexta-feira (17) que não vai se manifestar sobre a tarifa de 25% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros enquanto o presidente norte-americano, Donald Trump, não se manifestar sobre o tema.
"Eu vou deixar para falar do tarifaço quando o Trump falar. Quando o Trump falar, eu falarei. Enquanto ele não falar, eu não falarei", disse Lula, durante visita à Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), no Rio de Janeiro. "No Brasil, ninguém ganha mentindo. Ou é mais verdadeiro que nós, ou não vai enganar a sociedade brasileira."
No seu discurso, Lula também disse que não falaria sobre o tarifaço porque "a notícia tem que ser o SUS, as nossas carretas da saúde da mulher, o tratamento das mulheres."
Ao citar possibilidades de tratamento no SUS, Lula afirmou que "não somos os melhores do mundo, mas nós temos que ter orgulho de sermos brasileiros." "Ninguém ouse falar mal do Brasil", frisou.
Publicidade "Eu vou deixar para falar do tarifaço quando o Trump falar. Quando o Trump falar, eu falarei. Enquanto ele não falar, eu não falarei", disse Lula, durante visita à Escola Nacional de Saúde Pública (ENSP/Fiocruz), no Rio de Janeiro. "No Brasil, ninguém ganha mentindo. Ou é mais verdadeiro que nós, ou não vai enganar a sociedade brasileira."
No seu discurso, Lula também disse que não falaria sobre o tarifaço porque "a notícia tem que ser o SUS, as nossas carretas da saúde da mulher, o tratamento das mulheres."
Ao citar possibilidades de tratamento no SUS, Lula afirmou que "não somos os melhores do mundo, mas nós temos que ter orgulho de sermos brasileiros." "Ninguém ouse falar mal do Brasil", frisou.
Padilha defende avanço na vacinação infantil e defende Zé Gotinha e Pix
No mesmo evento, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou que os avanços que o Brasil teve na "Copa do Mundo da Vacinação", deixando de figurar entre os 20 e também entre os 40 países com pior desempenho em imunização infantil, de acordo com o Unicef. Ao comentar o resultado, durante agenda no Rio de Janeiro, o ministro comparou o personagem Zé Gotinha ao Pix, defendendo-os como criações genuinamente brasileiras: "O Zé Gotinha é uma grande figura brasileira, igual o Pix, esse é nosso".
O sistema brasileiro de pagamentos instantâneos foi um dos fatores analisados em uma investigação comercial conduzida pelos Estados Unidos, com base na Seção 301, e que resultou, nesta semana, numa nova rodada de tarifas impostas ao Brasil.
Além do presidente da República, o evento contou com a presença do ministro Guilherme Boulos, do prefeito da cidade do Rio Eduardo Cavaliere e do governador interino Ricardo Couto. Na ocasião, ele também falou sobre o Implanon, implante contraceptivo subdérmico de longa duração e disse ainda que há conversas para produção nacional da tecnologia em parceria com a Fiocruz.
O ministro exaltou que, além da atuação no Brasil, a Fiocruz busca ampliar sua presença internacional. Padilha citou a recente inauguração de um escritório em Lisboa, em Portugal, e afirmou que há planejamento para abrir uma representação na Etiópia.
Padilha também mencionou a inauguração do que chamou de primeira Escola Nacional de Saúde Pública do continente africano, inspirada no modelo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e viabilizada por uma parceria entre a Fiocruz e o Ministério da Saúde de Moçambique.
Além do presidente da República, o evento contou com a presença do ministro Guilherme Boulos, do prefeito da cidade do Rio Eduardo Cavaliere e do governador interino Ricardo Couto. Na ocasião, ele também falou sobre o Implanon, implante contraceptivo subdérmico de longa duração e disse ainda que há conversas para produção nacional da tecnologia em parceria com a Fiocruz.
O ministro exaltou que, além da atuação no Brasil, a Fiocruz busca ampliar sua presença internacional. Padilha citou a recente inauguração de um escritório em Lisboa, em Portugal, e afirmou que há planejamento para abrir uma representação na Etiópia.
Padilha também mencionou a inauguração do que chamou de primeira Escola Nacional de Saúde Pública do continente africano, inspirada no modelo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e viabilizada por uma parceria entre a Fiocruz e o Ministério da Saúde de Moçambique.
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