Publicado 31/07/2026 09:50 | Atualizado 31/07/2026 10:09
O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) voltou a criticar na noite desta quinta-feira, 30, as investigações sobre o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
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"Está faltando braço, faltando gente para esse pequeno grupo da Polícia Federal (PF) do Lula investigar o filho do presidente da República. Vocês já imaginavam se o filho do presidente Jair Bolsonaro fosse suspeito de receber dinheiro desviado de aposentados?", questionou, em transmissão em seu canal no YouTube.
Na tarde de quinta-feira, o ministro Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça autorizou a abertura de um inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência no governo federal de Lulinha. Flávio, no entanto, não comentou diretamente a decisão.
'Bolsonaro não tinha menor ideia de que vídeo de IA ia ser transmitido em convenção'
Flávio Bolsonaro minimizou a importância do vídeo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) feito com Inteligência Artificial (IA) e exibido na convenção nacional do PL no último sábado, 25. Segundo Flávio, não há uma definição clara do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sobre o tema.
"É óbvio que o presidente Bolsonaro não tinha a menor ideia de que ia passar um vídeo de IA na nossa convenção. E, obviamente, que estudamos a legislação que não tem absolutamente nada de errado", declarou.
Flávio argumentou que a resolução do TSE trata apenas sobre propaganda eleitoral, que ainda não começou oficialmente, e que não é possível controlar a tecnologia. "Como é que as plataformas vão proibir as centenas de milhares de conteúdos feitos com o IA todos os dias e filtrar o que pode e o que não pode? Isso é praticamente impossível", falou.
Flávio disse que o vídeo deixava claro que se tratava de uma tecnologia: "Ele começa o vídeo dizendo: 'Esse aqui não sou eu. Estou preso por uma injustiça. Esse vídeo é feito com inteligência artificial'", contou.
Flávio reafirmou ainda que, se eleito, classificará organizações criminosas e milícias como terroristas.
"É óbvio que o presidente Bolsonaro não tinha a menor ideia de que ia passar um vídeo de IA na nossa convenção. E, obviamente, que estudamos a legislação que não tem absolutamente nada de errado", declarou.
Flávio argumentou que a resolução do TSE trata apenas sobre propaganda eleitoral, que ainda não começou oficialmente, e que não é possível controlar a tecnologia. "Como é que as plataformas vão proibir as centenas de milhares de conteúdos feitos com o IA todos os dias e filtrar o que pode e o que não pode? Isso é praticamente impossível", falou.
Flávio disse que o vídeo deixava claro que se tratava de uma tecnologia: "Ele começa o vídeo dizendo: 'Esse aqui não sou eu. Estou preso por uma injustiça. Esse vídeo é feito com inteligência artificial'", contou.
Flávio reafirmou ainda que, se eleito, classificará organizações criminosas e milícias como terroristas.
Declaração de Lula sobre o Paraguai
Flávio criticou uma declaração do presidente Lula sobre o Paraguai e disse que "só otário" acredita que as tarifas dos Estados Unidos a produtos brasileiros são uma culpa da família Bolsonaro.
"O presidente está conseguindo brigar até com o Paraguai agora. E como tem otário que acredita que a culpa é de Bolsonaro das tarifas? Tem que ser muito otário", declarou o senador.
Na última sexta-feira, 24, ao defender investimentos na área de defesa e de fortalecimento das Forças Armadas, Lula afirmou que "um dia, o Paraguai decidiu invadir o Brasil". A frase fez o governo do Paraguai convocar o embaixador brasileiro em Assunção, José Antônio Marcondes de Carvalho.
Educação
"O presidente está conseguindo brigar até com o Paraguai agora. E como tem otário que acredita que a culpa é de Bolsonaro das tarifas? Tem que ser muito otário", declarou o senador.
Na última sexta-feira, 24, ao defender investimentos na área de defesa e de fortalecimento das Forças Armadas, Lula afirmou que "um dia, o Paraguai decidiu invadir o Brasil". A frase fez o governo do Paraguai convocar o embaixador brasileiro em Assunção, José Antônio Marcondes de Carvalho.
Educação
Flávio reafirmou que, se eleito, vai retomar a implantação de escolas cívico-militares, uma bandeira da gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Disse ainda que pretende lançar um programa de financiamento para ensino superior em que o estudante só começará a pagar as mensalidades após ter um emprego.
Atualmente, o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) prevê que pessoas de baixa renda estudem em faculdades particulares, com início do pagamento após formado.
Disse ainda que pretende lançar um programa de financiamento para ensino superior em que o estudante só começará a pagar as mensalidades após ter um emprego.
Atualmente, o Fundo de Financiamento Estudantil (FIES) prevê que pessoas de baixa renda estudem em faculdades particulares, com início do pagamento após formado.
Palanques estaduais
Flávio afirmou que na próxima quinta-feira, 6, fará uma live para confirmar os palanques do PL nos Estados, incluindo os apoios de partidos aliados. Segundo o senador, isso irá reduzir a confusão que há entre os eleitores.
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