Publicado 02/08/2026 20:28 | Atualizado 02/08/2026 20:53
Brasília, 02 - A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) confirmou neste domingo, 2, que será candidata ao Senado pelo Distrito Federal. A decisão foi anunciada durante a convenção regional do PL em Brasília, evento ao qual ela não compareceu em razão de uma crise de enxaqueca.
"Quando o justo governa, o povo está mais seguro e vive melhor. A política é poderosa e o propósito edifica. Então, um mandato político baseado em bons propósitos transforma para melhor a sociedade e a vida das pessoas. E é por isso, e apenas por isso, que eu aceitei esse desafio. Sou pré-candidata ao Senado Federal e vou ajudar a edificar a nossa nação, porque governar é cuidar", disse Michelle em discurso lido por seu irmão Diego Torres, durante a convenção.
Após uma crise familiar tornada pública nas redes sociais, a ex-primeira-dama também acenou ao enteado, o senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, e disse que caminhará junto do parlamentar.
"O meu marido escolheu o Flávio para estar à frente dessa multidão e nós vamos caminhar juntos e a passos largos para impedir que o mal seja audacioso e continue a castigar o nosso povo", declarou Michelle na carta.
Presente na convenção, Flávio afirmou que precisará da madrasta e da outra candidata do PL ao Senado, a deputada federal Bia Kicis, para "resgatar" a democracia. O parlamentar também desejou pronta recuperação à Michelle.
"Eu quero desejar aqui melhoras pra Michelle, que ela se recupere rápido. Há pouco tempo, nossa filha também teve essas enxaquecas fortes e fez o mesmo tratamento que a Michelle está fazendo. Então, a gente sabe o que é e daqui a pouco ela vai estar de volta, firme e forte para nos ajudar a resgatar esse Brasil", afirmou o senador.
Com a decisão, Michelle terá o número de urna 222 e integrará a chapa da governadora Celina Leão (PP), candidata à reeleição ao Palácio do Buriti.
Publicidade"Quando o justo governa, o povo está mais seguro e vive melhor. A política é poderosa e o propósito edifica. Então, um mandato político baseado em bons propósitos transforma para melhor a sociedade e a vida das pessoas. E é por isso, e apenas por isso, que eu aceitei esse desafio. Sou pré-candidata ao Senado Federal e vou ajudar a edificar a nossa nação, porque governar é cuidar", disse Michelle em discurso lido por seu irmão Diego Torres, durante a convenção.
Após uma crise familiar tornada pública nas redes sociais, a ex-primeira-dama também acenou ao enteado, o senador e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, e disse que caminhará junto do parlamentar.
"O meu marido escolheu o Flávio para estar à frente dessa multidão e nós vamos caminhar juntos e a passos largos para impedir que o mal seja audacioso e continue a castigar o nosso povo", declarou Michelle na carta.
Presente na convenção, Flávio afirmou que precisará da madrasta e da outra candidata do PL ao Senado, a deputada federal Bia Kicis, para "resgatar" a democracia. O parlamentar também desejou pronta recuperação à Michelle.
"Eu quero desejar aqui melhoras pra Michelle, que ela se recupere rápido. Há pouco tempo, nossa filha também teve essas enxaquecas fortes e fez o mesmo tratamento que a Michelle está fazendo. Então, a gente sabe o que é e daqui a pouco ela vai estar de volta, firme e forte para nos ajudar a resgatar esse Brasil", afirmou o senador.
Com a decisão, Michelle terá o número de urna 222 e integrará a chapa da governadora Celina Leão (PP), candidata à reeleição ao Palácio do Buriti.
Alta do hospital
Michelle Bolsonaro teve alta hospitalar neste domingo, segundo boletim médico divulgado pelo hospital DF Star, em Brasília. A ex-primeira-dama foi internada na noite do sábado, 1º, com quadro de "cefaleia refratária a medicamentos orais".
"Foram realizados exames para investigação e procedimento de bloqueio anestésico de nervos cranianos, com resposta satisfatória. Recebe alta no dia de hoje com orientações de acompanhamento com equipe médica assistente", diz o boletim, assinado pelos médicos cardiologista Brasil Caiado e neurologista Carolina Colaço, além do diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges.
"Foram realizados exames para investigação e procedimento de bloqueio anestésico de nervos cranianos, com resposta satisfatória. Recebe alta no dia de hoje com orientações de acompanhamento com equipe médica assistente", diz o boletim, assinado pelos médicos cardiologista Brasil Caiado e neurologista Carolina Colaço, além do diretor-geral do hospital, Allisson B. Barcelos Borges.
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