Publicado 22/08/2026 08:21
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) detalhou, na noite desta sexta-feira, 21, sua ligação com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Em discurso durante o ato de lançamento da campanha de Patrus Ananias (PT) ao governo de Minas Gerais, Lula disse ter rebatido a fundamentação do governo norte-americano para impor um novo tarifaço às exportações brasileiras para o país.
"Eu comecei a dizer para ele: 'Presidente Trump, a taxação que vocês fizeram ao Brasil é não só irreal, como ela foi feita com base na mentira. Você disse que tinha desmatamento no Brasil e nós temos o menor desmatamento da história. Você disse que tinha trabalho escravo e nós combatemos o trabalho escravo'", declarou o petista, em Belo Horizonte.
Segundo Lula, Trump reconheceu as informações e pediu que o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, marcasse uma reunião com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, já na próxima semana.
O petista afirmou que reiterou ao republicano sua disposição em combater o crime organizado conjuntamente com o governo norte-americano, mas sem que haja interferência no Brasil.
"Eu falei: 'Ô, Trump, se você quer combater o crime organizado, vamos combater. A Polícia Federal quer combater o crime organizado. Nós queremos prender esses bandidos. Agora, nós queremos trabalhar juntos. O que nós não queremos é interferência no Brasil'", relatou o presidente ao público presente na Praça da Estação, tradicional ponto de manifestações na capital mineira.
Lula disse ainda que sugeriu a Trump que promova um encontro com os presidentes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, em sua mansão em Mar-a-Lago, na Flórida, em busca de uma solução para as guerras no mundo.
"Falei: 'Trump, em setembro tem a reunião da [Assembleia Geral da] ONU. Convida o Xi Jinping e convida o Putin na tua casa. Convida os caras para tua casa, toma um trago e vamos tentar encontrar um jeito de fazer paz'", contou.
Também participaram do evento a primeira-dama Janja Lula da Silva; o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB); o candidato a vice-governador na chapa petista, Jarbas Soares Júnior (PSB); e as candidatas ao Senado, Marília Campos (PT) e Áurea Carolina (PSOL).
Publicidade"Eu comecei a dizer para ele: 'Presidente Trump, a taxação que vocês fizeram ao Brasil é não só irreal, como ela foi feita com base na mentira. Você disse que tinha desmatamento no Brasil e nós temos o menor desmatamento da história. Você disse que tinha trabalho escravo e nós combatemos o trabalho escravo'", declarou o petista, em Belo Horizonte.
Segundo Lula, Trump reconheceu as informações e pediu que o representante comercial dos Estados Unidos, Jamieson Greer, marcasse uma reunião com o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, já na próxima semana.
O petista afirmou que reiterou ao republicano sua disposição em combater o crime organizado conjuntamente com o governo norte-americano, mas sem que haja interferência no Brasil.
"Eu falei: 'Ô, Trump, se você quer combater o crime organizado, vamos combater. A Polícia Federal quer combater o crime organizado. Nós queremos prender esses bandidos. Agora, nós queremos trabalhar juntos. O que nós não queremos é interferência no Brasil'", relatou o presidente ao público presente na Praça da Estação, tradicional ponto de manifestações na capital mineira.
Lula disse ainda que sugeriu a Trump que promova um encontro com os presidentes da China, Xi Jinping, e da Rússia, Vladimir Putin, em sua mansão em Mar-a-Lago, na Flórida, em busca de uma solução para as guerras no mundo.
"Falei: 'Trump, em setembro tem a reunião da [Assembleia Geral da] ONU. Convida o Xi Jinping e convida o Putin na tua casa. Convida os caras para tua casa, toma um trago e vamos tentar encontrar um jeito de fazer paz'", contou.
Também participaram do evento a primeira-dama Janja Lula da Silva; o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB); o candidato a vice-governador na chapa petista, Jarbas Soares Júnior (PSB); e as candidatas ao Senado, Marília Campos (PT) e Áurea Carolina (PSOL).
'Ainda não terminamos a missão'
Lula disse ainda que se candidatou à reeleição porque ainda não concluiu sua "missão".
"Eu gosto de falar do passado, porque tem gente que não tem passado, não tem presente e fica fingindo de falar do futuro. Quem não tem passado e não tem presente, não tem perspectiva de futuro. Eu falo do passado, penso no presente para reconstruir o futuro que eu quero neste país. E, por isso, eu sou candidato pela quarta vez à presidente da República, porque ainda não terminamos a nossa missão", disse o petista.
O candidato à reeleição também defendeu o ingresso dos jovens no ensino superior como forma de reduzir a dependência do Brasil da China e dos Estados Unidos.
"Eu agora quero que a nossa meninada, meninas e meninos, eu quero que vocês estudem, que vocês sejam engenheiras, matemáticas, que vocês estudem tudo do mundo digital, porque o Brasil não vai ficar dependendo nem da China, nem dos Estados Unidos para fazer as coisas de inteligência artificial", disse o petista ao público presente na Praça da Estação, tradicional ponto de manifestações na capital mineira.
"Eu gosto de falar do passado, porque tem gente que não tem passado, não tem presente e fica fingindo de falar do futuro. Quem não tem passado e não tem presente, não tem perspectiva de futuro. Eu falo do passado, penso no presente para reconstruir o futuro que eu quero neste país. E, por isso, eu sou candidato pela quarta vez à presidente da República, porque ainda não terminamos a nossa missão", disse o petista.
O candidato à reeleição também defendeu o ingresso dos jovens no ensino superior como forma de reduzir a dependência do Brasil da China e dos Estados Unidos.
"Eu agora quero que a nossa meninada, meninas e meninos, eu quero que vocês estudem, que vocês sejam engenheiras, matemáticas, que vocês estudem tudo do mundo digital, porque o Brasil não vai ficar dependendo nem da China, nem dos Estados Unidos para fazer as coisas de inteligência artificial", disse o petista ao público presente na Praça da Estação, tradicional ponto de manifestações na capital mineira.
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