Publicado 07/07/2025 19:06
Búzios - A delegada Flávia Monteiro de Barros, titular da 127ª Delegacia de Polícia de Búzios, comentou nesta segunda-feira (7), em entrevista à rádio RCFM, a prisão de um professor da rede municipal, acusado de estupro de vulnerável. Segundo ela, o inquérito está em andamento e a decisão pela prisão foi tomada com base em evidências concretas, sem qualquer motivação externa.
“Quando vou representar por uma prisão, sempre trabalho em equipe, com o juiz e o promotor. E, como é uma cidade pequena, percebo que todos são muito justos e técnicos. A prisão foi fundamentada em depoimentos coesos de quatro famílias diferentes, que relataram fatos gravíssimos”, afirmou.
Flávia ressaltou que a representação pela prisão foi embasada exclusivamente em provas e depoimentos, sem qualquer tipo de viés. “Jamais representaria uma prisão se achasse que havia algum cunho político, religioso ou homofóbico. A gente lida com fatos e coloca nossa experiência nisso”, completou.
A delegada explicou ainda que a Polícia Civil não pode ouvir diretamente as crianças envolvidas nas denúncias. Os depoimentos infantis são colhidos por técnicos especializados, com acompanhamento psicológico, e os laudos ainda serão anexados ao inquérito.
O professor, após ser detido, optou por prestar depoimento e negou todas as acusações. O inquérito segue em fase de conclusão e, segundo Flávia, ainda é necessário ouvir a diretora da escola, o que está previsto para ocorrer nesta semana.
“Já ouvimos os pais das vítimas. Agora falta esse último depoimento para darmos prosseguimento à finalização do inquérito”, concluiu.
Publicidade“Quando vou representar por uma prisão, sempre trabalho em equipe, com o juiz e o promotor. E, como é uma cidade pequena, percebo que todos são muito justos e técnicos. A prisão foi fundamentada em depoimentos coesos de quatro famílias diferentes, que relataram fatos gravíssimos”, afirmou.
Flávia ressaltou que a representação pela prisão foi embasada exclusivamente em provas e depoimentos, sem qualquer tipo de viés. “Jamais representaria uma prisão se achasse que havia algum cunho político, religioso ou homofóbico. A gente lida com fatos e coloca nossa experiência nisso”, completou.
A delegada explicou ainda que a Polícia Civil não pode ouvir diretamente as crianças envolvidas nas denúncias. Os depoimentos infantis são colhidos por técnicos especializados, com acompanhamento psicológico, e os laudos ainda serão anexados ao inquérito.
O professor, após ser detido, optou por prestar depoimento e negou todas as acusações. O inquérito segue em fase de conclusão e, segundo Flávia, ainda é necessário ouvir a diretora da escola, o que está previsto para ocorrer nesta semana.
“Já ouvimos os pais das vítimas. Agora falta esse último depoimento para darmos prosseguimento à finalização do inquérito”, concluiu.

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