Mulher é presa em Cabo Frio após prometer vaga de babá e obrigar mineiras a se prostituirem no RJ e SP

Criminosa agia junto com o marido; quando descobriam o esquema, vítimas eram ameaças e extorquidas pela dupla

Criminosa agia junto com o marido; quando descobriam o esquema, vítimas eram ameaças e extorquidas pela duplaLetycia Rocha (RC24h)
Publicado 31/05/2022 14:07
Um casal suspeito de enganar mulheres e obrigá-las a trabalhar como garotas de programa em boates de São Paulo e do Rio de Janeiro foi preso pela Polícia de Minas Gerais na última sexta-feira (27). Uma mulher de 23 anos foi capturada em Cabo Frio, município da Região dos Lagos. Já o homem, de 30, foi preso em Betim, em Minas.
A operação Fruto Proibido foi deflagrada na quarta-feira (25) e, segundo as investigações, coordenadas pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Ibirité, na Grande Belo Horizonte, algumas das vítimas era atraídas com a promessa de trabalho em vaga de babá.
Durante a ação da Polícia Civil, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos municípios mineiros de Ibirité e Betim; Campinas, em São Paulo, e em Cabo Frio. Além disso, contra a acusada presa no município da Região dos Lagos, também foi cumprido um outro mandado de prisão pelo crime de roubo, expedido pela comarca de Contagem.
As investigações apontam que o casal era responsável por recrutar as mulheres e algumas adolescentes para atuarem como garotas de programa em boates de SP e RJ, com promessas de ganhos semanais chegando a R$ 2 mil.
Quando descobriam o esquema, as vítimas tentavam abandonar o local, mas eram ameaçadas de morte e tinham os bens extorquidos pelos acusados.
A Polícia Civil diz que as mulheres era instigadas pelo casal a aceitar ficar dias fora de casa, “longe das famílias”, com o argumento de trabalharem como babá, “ou ainda era convidadas para conhecer a praia, sob a promessa de um trabalho temporário”.
O recrutamento acontecia, em maioria, pelas redes sociais. “Quando a vítima era menor de idade, os suspeitos ofereciam documentação falsificada para simular a maioridade. As investigações prosseguem”, finalizou a polícia.
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Mulher é presa em Cabo Frio após prometer vaga de babá e obrigar mineiras a se prostituirem no RJ e SP

Criminosa agia junto com o marido; quando descobriam o esquema, vítimas eram ameaças e extorquidas pela dupla

Criminosa agia junto com o marido; quando descobriam o esquema, vítimas eram ameaças e extorquidas pela duplaLetycia Rocha (RC24h)
Publicado 31/05/2022 14:07
Um casal suspeito de enganar mulheres e obrigá-las a trabalhar como garotas de programa em boates de São Paulo e do Rio de Janeiro foi preso pela Polícia de Minas Gerais na última sexta-feira (27). Uma mulher de 23 anos foi capturada em Cabo Frio, município da Região dos Lagos. Já o homem, de 30, foi preso em Betim, em Minas.
A operação Fruto Proibido foi deflagrada na quarta-feira (25) e, segundo as investigações, coordenadas pela Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher em Ibirité, na Grande Belo Horizonte, algumas das vítimas era atraídas com a promessa de trabalho em vaga de babá.
Durante a ação da Polícia Civil, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos municípios mineiros de Ibirité e Betim; Campinas, em São Paulo, e em Cabo Frio. Além disso, contra a acusada presa no município da Região dos Lagos, também foi cumprido um outro mandado de prisão pelo crime de roubo, expedido pela comarca de Contagem.
As investigações apontam que o casal era responsável por recrutar as mulheres e algumas adolescentes para atuarem como garotas de programa em boates de SP e RJ, com promessas de ganhos semanais chegando a R$ 2 mil.
Quando descobriam o esquema, as vítimas tentavam abandonar o local, mas eram ameaçadas de morte e tinham os bens extorquidos pelos acusados.
A Polícia Civil diz que as mulheres era instigadas pelo casal a aceitar ficar dias fora de casa, “longe das famílias”, com o argumento de trabalharem como babá, “ou ainda era convidadas para conhecer a praia, sob a promessa de um trabalho temporário”.
O recrutamento acontecia, em maioria, pelas redes sociais. “Quando a vítima era menor de idade, os suspeitos ofereciam documentação falsificada para simular a maioridade. As investigações prosseguem”, finalizou a polícia.
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