Publicado 13/07/2025 23:31
Cabo Frio - Durante patrulhamento de rotina neste sábado (12), agentes da Guarda Civil Municipal de Cabo Frio identificaram a presença de um pinguim debilitado na faixa de areia da Praia do Forte. A ocorrência foi atendida pelas equipes do Grupamento Operacional de Praia e da Guarda Marítima Ambiental, que atuam na região.
O animal foi avistado por volta da manhã, em meio aos banhistas. De acordo com a Guarda Civil, os agentes foram surpreendidos com a presença do pinguim e agiram rapidamente para isolar a área e evitar que o animal fosse tocado. Em seguida, acionaram o Instituto Albatroz, que se deslocou até o local para iniciar os cuidados com o pinguim.
Segundo especialistas, a presença de pinguins nas praias da Região dos Lagos é comum nesta época do ano, em especial entre os meses de junho e setembro, quando ocorre a migração dessas aves vindas das regiões mais frias da América do Sul. Durante o deslocamento, é frequente que alguns exemplares fiquem exaustos, sendo encontrados na areia em busca de descanso.
Em casos como esse, os órgãos ambientais orientam que a população não toque no animal, não tente colocá-lo novamente na água ou em contato com o gelo, e evite aproximação direta. O procedimento correto é acionar imediatamente instituições especializadas ou autoridades ambientais.
PublicidadeO animal foi avistado por volta da manhã, em meio aos banhistas. De acordo com a Guarda Civil, os agentes foram surpreendidos com a presença do pinguim e agiram rapidamente para isolar a área e evitar que o animal fosse tocado. Em seguida, acionaram o Instituto Albatroz, que se deslocou até o local para iniciar os cuidados com o pinguim.
Segundo especialistas, a presença de pinguins nas praias da Região dos Lagos é comum nesta época do ano, em especial entre os meses de junho e setembro, quando ocorre a migração dessas aves vindas das regiões mais frias da América do Sul. Durante o deslocamento, é frequente que alguns exemplares fiquem exaustos, sendo encontrados na areia em busca de descanso.
Em casos como esse, os órgãos ambientais orientam que a população não toque no animal, não tente colocá-lo novamente na água ou em contato com o gelo, e evite aproximação direta. O procedimento correto é acionar imediatamente instituições especializadas ou autoridades ambientais.

Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.