Publicado 17/09/2025 18:29
Cabo Frio - Cerca de 50 gambás foram soltos nesta terça-feira (16) em Cabo Frio, na Comunidade Tradicional Quilombola Preto Forro, no Angelim – Araçá. A ação teve como objetivo contribuir para o controle natural da população de escorpiões e, assim, reduzir o risco de acidentes com esses animais peçonhentos.
A iniciativa fez parte de uma prática de Saneamento Ambiental Integrado, realizada pela Prefeitura de Cabo Frio por meio da Secretaria Municipal de Saúde, da Superintendência de Vigilância Ambiental e Zoonoses, em parceria com a Secretaria de Ordem Pública, através da Guarda Ambiental, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e o Instituto Larissa Saruê.
Segundo especialistas, os gambás são predadores naturais de escorpiões e possuem imunidade ao veneno por causa da produção de uma substância chamada Fator Neutralizante de Toxina Letal (LTNF), que os protege contra os efeitos da toxina. Além disso, a presença desses animais auxilia no equilíbrio do ecossistema local.
De acordo com a superintendente de Vigilância Ambiental e Zoonoses, bióloga Andréia Nogueira, a prática representa “uma estratégia eficaz e sustentável para a saúde pública”. Ela também destacou a importância da colaboração da população: “É fundamental que a comunidade esteja junto nesse processo, para que o trabalho seja seguro e eficiente”.
Entre as orientações repassadas aos moradores estão: não alimentar os animais para preservar seu instinto de caça; não maltratá-los, já que desempenham papel essencial na proteção contra escorpiões; e, em caso de necessidade de manejo, entrar em contato com a Guarda Ambiental ou órgãos competentes.
PublicidadeA iniciativa fez parte de uma prática de Saneamento Ambiental Integrado, realizada pela Prefeitura de Cabo Frio por meio da Secretaria Municipal de Saúde, da Superintendência de Vigilância Ambiental e Zoonoses, em parceria com a Secretaria de Ordem Pública, através da Guarda Ambiental, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente e o Instituto Larissa Saruê.
Segundo especialistas, os gambás são predadores naturais de escorpiões e possuem imunidade ao veneno por causa da produção de uma substância chamada Fator Neutralizante de Toxina Letal (LTNF), que os protege contra os efeitos da toxina. Além disso, a presença desses animais auxilia no equilíbrio do ecossistema local.
De acordo com a superintendente de Vigilância Ambiental e Zoonoses, bióloga Andréia Nogueira, a prática representa “uma estratégia eficaz e sustentável para a saúde pública”. Ela também destacou a importância da colaboração da população: “É fundamental que a comunidade esteja junto nesse processo, para que o trabalho seja seguro e eficiente”.
Entre as orientações repassadas aos moradores estão: não alimentar os animais para preservar seu instinto de caça; não maltratá-los, já que desempenham papel essencial na proteção contra escorpiões; e, em caso de necessidade de manejo, entrar em contato com a Guarda Ambiental ou órgãos competentes.
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