Cabo Frio - A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, na manhã desta quarta-feira (1), uma grande operação para enfraquecer a atuação do Comando Vermelho (CV) na Região dos Lagos. Até as 7h15, oito pessoas já haviam sido presas durante a ação, que tem como principal alvo o traficante Wilton Carlos Rabello Quintanilha, conhecido como Abelha.
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Segundo a Polícia Civil, Abelha é apontado como uma das principais lideranças da facção criminosa na Região dos Lagos. Ele teria deixado o sistema penitenciário fluminense pela porta da frente durante a gestão do ex-secretário estadual de Administração Penitenciária Raphael Montenegro e, desde então, passou a comandar as atividades do grupo na região.
Os policiais cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão em Armação dos Búzios e Cabo Frio, na Região dos Lagos, além de Belford Roxo e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
A operação é coordenada pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), com apoio de equipes do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e da 126ª Delegacia de Polícia (126ª DP), de Cabo Frio.
De acordo com as investigações, a organização criminosa é responsável por abastecer o tráfico de drogas, promover ataques armados e controlar comunidades da Região dos Lagos. Ainda segundo a polícia, Abelha coordenaria as ações criminosas a partir dos Complexos do Alemão e da Penha, na capital fluminense.
Durante a investigação, os agentes reuniram imagens encontradas em celulares e em contas de integrantes da facção. O material mostra criminosos fortemente armados, pontos de venda de drogas, invasões de áreas dominadas por grupos rivais e a instalação de barricadas para dificultar a circulação de moradores e a entrada das forças de segurança.
A Polícia Civil também identificou um esquema de entrega de drogas por delivery. Conforme a investigação, usuários faziam os pedidos por aplicativos de mensagens, realizavam o pagamento e recebiam os entorpecentes no endereço informado.
As investigações continuam, e a expectativa é que novas prisões e apreensões sejam realizadas ao longo da operação.
A Polícia Civil do Rio de Janeiro realizou, na manhã desta quarta-feira (1), uma grande operação para enfraquecer a atuação do Comando Vermelho (CV) na Região dos Lagos. Até as 7h15, oito pessoas já haviam sido presas durante a ação, que tem como principal alvo o traficante Wilton Carlos Rabello Quintanilha, conhecido como Abelha.
Segundo a Polícia Civil, Abelha é apontado como uma das principais lideranças da facção criminosa na Região dos Lagos. Ele teria deixado o sistema penitenciário fluminense pela porta da frente durante a gestão do ex-secretário estadual de Administração Penitenciária Raphael Montenegro e, desde então, passou a comandar as atividades do grupo na região.
Os policiais cumprem mandados de prisão e de busca e apreensão em Armação dos Búzios e Cabo Frio, na Região dos Lagos, além de Belford Roxo e Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense.
A operação é coordenada pela Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), com apoio de equipes do Departamento-Geral de Polícia Especializada (DGPE) e da 126ª Delegacia de Polícia (126ª DP), de Cabo Frio.
De acordo com as investigações, a organização criminosa é responsável por abastecer o tráfico de drogas, promover ataques armados e controlar comunidades da Região dos Lagos. Ainda segundo a polícia, Abelha coordenaria as ações criminosas a partir dos Complexos do Alemão e da Penha, na capital fluminense.
Durante a investigação, os agentes reuniram imagens encontradas em celulares e em contas de integrantes da facção. O material mostra criminosos fortemente armados, pontos de venda de drogas, invasões de áreas dominadas por grupos rivais e a instalação de barricadas para dificultar a circulação de moradores e a entrada das forças de segurança.
A Polícia Civil também identificou um esquema de entrega de drogas por delivery. Conforme a investigação, usuários faziam os pedidos por aplicativos de mensagens, realizavam o pagamento e recebiam os entorpecentes no endereço informado.
As investigações continuam, e a expectativa é que novas prisões e apreensões sejam realizadas ao longo da operação.
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