Publicado 19/02/2025 22:04
Campos – A empolgação do prefeito de Campos dos Goytacazes (RJ), Wladimir Garotinho, com a possibilidade de renovar a frota do transporte público no município foi embaraçada, com a mudança nos critérios, pelo governo federal, para liberação dos recursos, através da Caixa Econômica Federal. Porém, uma nova alternativa está sendo articulada, junto ao Banco do Brasil (BB).
PublicidadeO projeto do governo municipal prevê a aquisição de 354 veículos, sendo 106 ônibus elétricos e 248 ônibus Euro 6 que são menos poluentes ao meio ambiente. Foi selecionado através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) para liberação de R$ 540 milhões, em quatro anos de carência e 10 para pagar, com juros de 6,6% ao ano.
No entanto, com o contrato em andamento entre prefeitura e Caixa, o governo federal alterou as regras, reduzindo o tempo de carência para um ano, o de pagamento para cinco e elevando os juros a 11% ao ano. Com isso, Wladimir considerou inviável a concretização.
No início deste mês, o prefeito esteve com o presidente da Caixa Econômica, Carlos Vieira, em Brasília, buscando uma solução. Além de reapresentar o projeto, Wladimir justificou que a atual condição proposta impossibilita o município de pegar o financiamento para a troca de toda a frota do transporte público da cidade.
NOVA INVESTIDA - Não houve avanço e Wladimir busca um “plano b”, agora por meio do Banco do Brasil. Nesta quarta-feira (19), ele e o presidente do Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT), Álvaro Oliveira, se reuniram com representantes do setor de governo do BB, no Rio de Janeiro, avaliando alternativas. Mas não foram revelados os detalhes.
"Honraremos o nosso compromisso com a população de Campos de termos ônibus mais modernos e eficientes, melhorando a qualidade de vida e de mobilidade de todos", assegura o prefeito ratificando que as mudanças para o financiamento inviabiliza a prefeitura de assinar o contrato, cujo prazo se encerra em fevereiro deste ano.
“Inicialmente, quando o executivo enviou o projeto de renovação da frota e foi contemplado, as condições do governo federal eram de quatro anos de carência e 10 anos para pagar, com juros de 6,6% ao ano”, lembra Wladimir acentuando: “Mas, depois, a União impôs condições que reduziram o tempo de carência para um ano e o de pagamento para cinco anos, com aumento de juros para 11% ao ano”.
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