Fernando Mansur - colunistaSABRINA NICOLAZZI
Publicado 01/02/2026 00:00
Dizem que a história é contada pelos vencedores. Meia verdade. Esta história pode ser apenas parcial. Nem vencedores, nem perdedores sabem contá-la na íntegra. Há coisas que são suprimidas de ambos os lados, segredos incontáveis, mas que às vezes, num sopro de “sorte” do destino, podem vir à tona.
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O mundo é governado por segredos, segredos de quem manda no mundo material: pessoas, instituições, corporações... Interesses maiores se acotovelam com os fatos e não há espaço para ambos. O mais forte vence, pelo menos temporariamente.
Qual a diferença entre um milhão e um bilhão de dólares? Aqueles que acumulam riquezas honestamente tiveram este mérito; mas também têm um dever. Ninguém é rico à toa, ninguém é pobre por acaso, em tudo existe uma responsabilidade, um compromisso, uma ética a ser levada em conta, além da conta bancária.
O que devo fazer com os bens materiais nesta vida e o que levarei comigo para a próxima etapa? Os recursos materiais são volúveis, mas na riqueza espiritual nenhum hacker poderá interferir.
Espírito e matéria caminham juntos, um não sobrevive sem o outro neste mundo de manifestação, yin e yang, equilíbrio dos opostos, complementaridade.
Hoje temos disponível uma profusão incalculável de informações, e, na mesma medida, abundante desinformação.
Escrevo esta crônica após assistir o documentário “SEYMOUR HERSH – Em busca da verdade” (Netflix). O jornalista escarafuncha o mundo dos “mocinhos” institucionais e mostra como estes costumam ter atitudes de “bandidos” impuníveis.
E por fim, como também não sou santo, sonhei com esta oração:
... O benefício que eu puder causar, o amor que eu puder jorrar, o mal que eu puder suprimir, a dor que eu puder aliviar, o bem que eu puder multiplicar, o tudo que eu puder amar. Sou um fio de luz, filho do Amor eu sou.
Somos. Podemos. Vamos!
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