Publicado 15/03/2026 00:00
Às vezes tento refletir sobre a ideia de Deus que nos foi transmitida e como a entendo hoje à luz da Teosofia.
PublicidadeAcredito em uma divindade externa ou em um Deus imanente, intrinsicamente presente no tecido que compõe o universo inteiro? Após algumas leituras e reflexões, vejo que um Deus antropomórfico, à semelhança dos caprichos humanos, parece não corresponder à realidade, quando pensamos na magnitude do Kosmos. O finito não pode compreender o infinito.
Aprendemos que Deus é o Absoluto, o Incognoscível, cujo nome é Impronunciável, sobre Quem nada se pode dizer, pois o Ilimitado não comporta atributos.
O universo é regido por Leis, e existem Hierarquias de Grandes Seres ou Divindades que cuidam da “Criação” (Brahma), da Preservação (Vishnu) e da Destruição ou mais propriamente Regeneração (Shiva) de tudo na Natureza, e os Três são Um, de acordo com a Trindade hinduísta. E periodicamente são enviados Mensageiros Iluminados para nos ensinar sobre as Leis e o sentido da Vida.
Não existe “alguém” para nos julgar e punir. A lei do karma é a lei da harmonia, ajustando causas e efeitos: “A semeadura é livre, mas a colheita é inevitável, é obrigatória”.
Tudo na existência manifestada é dual, bipolar, “bem” e “mal”, luz e sombra. As Trevas Primordiais representam o universo em repouso, até ser irradiado o ponto de luz que o desperta para um novo ciclo: “Fiat Lux!” E assim sucessivamente.
Diz o axioma hermético: Como é em cima, é embaixo. Somos universos em miniatura e precisamos nos conhecer para, de fato, entender por que Jesus disse: “Vós sois deuses e filhos do Altíssimo”.
Aceitemos essa Graça. Podemos. Vivamos. Vamos!
Aceitemos essa Graça. Podemos. Vivamos. Vamos!
Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.