Publicado 14/06/2026 00:00
Como entender os ciclos de nossa vida? A Antroposofia explica com detalhes os setênios, ou seja, as transformações que podem ocorrer conosco a cada sete anos.
PublicidadeO Sete é um número de muitos significados e está presente em diversos cálculos e situações. Sua importância e alcance são estudados desde a mais remota antiguidade.
O homem urbano contemporâneo perdeu praticamente toda conexão com os ciclos da natureza; os moradores e trabalhadores do campo ainda guardam essas memórias e as utilizam no seu trabalho diário junto às plantações.
Povos mais antigos, como os indígenas, teriam muito a nos ensinar nesse ponto crítico da encruzilhada em que se acha nossa chamada civilização.
O contato com a natureza é essencial para recuperação de nossa saúde integral. Corpo, mente e alma devem estar razoavelmente equilibrados. Mas como perceber isso, se já quase não temos contato com essa sabedoria ancestral?
Quando o corpo grita é sinal de que ele está precisando de atenção.
Os livros “Linguagem do Corpo” (Cristina Cairo) e “Diga-me onde dói e eu te direi por quê” (Michael Odoul) são manuais que ensinam a correlação de sentimentos e emoções com dores no corpo. A doença é muitas vezes uma sábia instrutora.
A vida é pura magia; entretanto, um mundo de concreto armado a sufoca e reprime. O que é reprimido não desaparece, apenas sai da superfície para se alojar em outro cômodo de nosso ser. De algum modo, em algum momento, tenderá a reaparecer, não sabemos como.
O corpo fala, a alma em evolução também não pode calar. Cabe a nós prestar atenção aos seus avisos, recolhendo-nos para aquele espaço sagrado dentro de nós, ali onde essas conversas interessantes costumam acontecer. Com Paciência, atender quando o corpo pedir calma, pedir um pouco mais de alma, pois a Vida é tão rara!
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