Publicado 06/06/2026 00:00
É difícil se libertar de certas pessoas porque as relações humanas não começam do zero nesta vida. Elas são a continuação de laços fluídicos, sintonias mentais e compromissos do passado que ligam profundamente os espíritos. O desprendimento exige esforço porque envolve romper amarras energéticas.
Atração magnética: os pensamentos e as emoções funcionam como antenas. Nós atraímos e nos ligamos a quem vibra na mesma frequência que nós.
PublicidadeAtração magnética: os pensamentos e as emoções funcionam como antenas. Nós atraímos e nos ligamos a quem vibra na mesma frequência que nós.
Alimentação mútua: se há mágoa, orgulho, ciúme ou culpa, cria-se um encaixe energético perfeito. Fica difícil se afastar porque as duas mentes se retroalimentam do mesmo padrão de energia.
Entrelaçamento de perispíritos: em relacionamentos muito desgastantes ou tóxicos, pode ocorrer a simbiose espiritual. Nesse fenômeno, as auras e os perispíritos das pessoas ficam tão misturados que elas passam a absorver os pensamentos, dores e humores uma da outra.
Obsessão de encarnado para encarnado: a obsessão não acontece apenas de espíritos desencarnados para os vivos. Um encarnado pode exercer uma dominação telepática e hipnótica persistente sobre o outro, controlando suas decisões e gerando dependência.
Compromissos e resgates de vidas passadas levam a reencontros necessários. Muitas pessoas das quais temos dificuldade de nos libertar são antigos desafetos ou amores possessivos de reencarnações anteriores.
Cobrança inconsciente: o espírito sente, no íntimo, que há uma conta a ser paga ou uma reconciliação a ser feita. O magnetismo do passado puxa as pessoas de volta até que o aprendizado seja concluído.
A Ilusão do ódio e do ressentimento revela o laço do rancor. O ódio e a mágoa prendem mais fortemente do que o amor. Quando guardamos ressentimento de alguém, criamos um fio condutor mental que nos algema àquela pessoa. Pensar insistentemente no mal de alguém mantém a conexão 100% ativa.
O afastamento físico pode até ser necessário para preservar a saúde mental e a paz interior, mas a verdadeira libertação é interna. Mudar os próprios pensamentos e atitudes para quebrar a sintonia vibratória com o outro. Se você muda de faixa, o outro perde o "encaixe". Perdoar não significa conviver ou aceitar o abuso, mas sim limpar o coração para cortar o cordão fluídico de dor que une vocês.
A simbiose espiritual caracteriza-se pela interdependência fluídica e mental profunda entre dois ou mais espíritos (sejam eles encarnados ou desencarnados), onde as mentes se fundem de tal forma que passam a compartilhar pensamentos, emoções e até reações orgânicas.
Os campos energéticos (auras) e os perispíritos dos envolvidos se entrelaçam. Fica difícil distinguir onde termina a energia de uma pessoa e onde começa a da outra. Se uma das partes sente raiva, tristeza profunda ou ansiedade, a outra absorve e manifesta o mesmo sentimento instantaneamente, sem motivo real.
Mal-estares físicos, dores inexplicáveis e cansaço extremo de um dos envolvidos são frequentemente sentidos pelo outro. Os pensamentos de uma mente são transmitidos continuamente para a outra. Quando as pessoas tentam se afastar fisicamente, ambas sentem uma crise de abstinência fluídica devastadora, gerando crises de pânico, culpa ou desespero. Isso força o retorno ao convívio.
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