Publicado 20/06/2026 00:00
A Justiça Divina, para nós, baseia-se na Lei de Causa e Efeito, onde cada indivíduo é o único responsável pelo próprio destino, colhendo exatamente o que planta. Essa engrenagem espiritual opera de forma natural e automática, sem a necessidade de um Deus punitivo, baseando-se no amor e na oportunidade contínua de evolução.
PublicidadeA Justiça Divina tem pilares, como o da Lei de Causa e Efeito: toda ação gera uma reação equivalente. O bem gera bem-estar, enquanto a violação das leis naturais resulta em sofrimento e desajuste.
Outro pilar da Justiça Divina é quando as consequências dos atos ocorrem sem intermediários. O sofrimento íntimo ou a paz de espírito surgem organicamente na própria consciência da pessoa.
Outra característica da Justiça Divina é a Imparcialidade Absoluta, na qual Deus não concede privilégios. Todos os espíritos estão submetidos às mesmas leis imutáveis, independentemente de crença ou condição social.
Pedagogia do Esquecimento é outro pilar: o esquecimento de vidas passadas ao reencarnar é um ato de misericórdia. Ele impede que as culpas do passado paralisem as relações atuais, permitindo recomeçar de forma espontânea.
O processo de reabilitação do espírito exige três etapas obrigatórias:
Outro pilar da Justiça Divina é quando as consequências dos atos ocorrem sem intermediários. O sofrimento íntimo ou a paz de espírito surgem organicamente na própria consciência da pessoa.
Outra característica da Justiça Divina é a Imparcialidade Absoluta, na qual Deus não concede privilégios. Todos os espíritos estão submetidos às mesmas leis imutáveis, independentemente de crença ou condição social.
Pedagogia do Esquecimento é outro pilar: o esquecimento de vidas passadas ao reencarnar é um ato de misericórdia. Ele impede que as culpas do passado paralisem as relações atuais, permitindo recomeçar de forma espontânea.
O processo de reabilitação do espírito exige três etapas obrigatórias:
Arrependimento: ocorre quando o espírito reconhece o erro e deseja sinceramente mudar. Ele atenua o sofrimento na espiritualidade, mas não apaga o débito.
Expiação: consiste em sofrer na pele a mesma dor provocada a terceiros ou enfrentar privações para fortalecer a alma frente ao erro cometido.
Reparação: é a ação prática de fazer o bem àqueles que foram prejudicados. É o momento em que o espírito reconstrói o que destruiu, quitando definitivamente a sua dívida com as leis do universo.
Expiação: consiste em sofrer na pele a mesma dor provocada a terceiros ou enfrentar privações para fortalecer a alma frente ao erro cometido.
Reparação: é a ação prática de fazer o bem àqueles que foram prejudicados. É o momento em que o espírito reconstrói o que destruiu, quitando definitivamente a sua dívida com as leis do universo.
Para nós, reencarnacionistas, está solucionado o aparente paradoxo das desigualdades sociais e das enfermidades congênitas por meio das múltiplas existências. O sofrimento atual nem sempre é um castigo, mas pode ser uma prova voluntária escolhida pelo próprio espírito para progredir mais rápido, ou uma expiação necessária de falhas cometidas no ontem. O lar e as dificuldades cotidianas funcionam como um laboratório de regeneração e burilamento moral.
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