Belíssima e arrasando no samba, Lívia Andrade conversou com o titular da Coluna Andrei Lara, do Jornal O Dia, sobre o clima de atrito envolvendo Nicole Bahls e os bastidores do CarnavalFoto: arquivo pessoal
Publicado 02/02/2026 15:14
O ensaio técnico do Salgueiro, na Marquês de Sapucaí, virou palco para uma pauta que não sai do radar dos bastidores. Em conversa com este colunista, titular da Coluna Andrei Lara, do Jornal O Dia, Lívia Andrade finalmente abriu o jogo sobre o atrito com Nicole Bahls e tratou o assunto do jeito que ela sabe fazer: sem enrolação e com ironia na medida.
Lívia contou que a história começou a circular ainda no ano passado, quando chegou até ela um comentário de que teria rolado uma briga. E aí veio a parte que joga luz no clima real da coisa. Em vez de fingir que não viu, ela foi direto na fonte e pegou o telefone de Nicole. Mandou mensagem e perguntou, sem rodeios, se as duas tinham brigado ou se tinha acontecido alguma coisa.
Segundo Lívia, Nicole respondeu dizendo que estava na academia e minimizou o assunto. Só que, no tom de Lívia, o recado é outro: quando precisa virar explicação pública, quando o burburinho insiste e quando ela precisa se posicionar, é porque o clima não é tão “zen” assim. Para ela, o problema é a narrativa correr solta e as pessoas comprarem versão sem confirmação, e foi aí que ela soltou a frase que mais pegou nos bastidores: “Achismo é uma merda”.
O que chamou atenção na conversa com a coluna foi o jeito como ela conduziu a resposta. Lívia não compra o papel de “tá tudo ótimo” e também não aceita ser colocada numa novela em que todo mundo finge cordialidade enquanto a internet alimenta a treta. Ela faz questão de dizer que prefere perguntar, cobrar clareza e ter certeza do que está acontecendo.
E, como em toda treta que se preze, o detalhe é que a história ganha combustível justamente porque nenhuma das duas dá o “ponto final” do jeito que o público espera. Fica no ar aquela mistura de resposta atravessada, ironia e bastidor, o suficiente para o assunto voltar sempre que alguém puxa o fio.
No meio disso tudo, ainda teve um momento que virou cena típica de quem vive a Sapucaí no modo raiz. Entre uma fala e outra, correria de bastidor e clima de ensaio, Lívia trocou a sandália ali mesmo, deixando a mais bonita de lado e escolhendo a mais confortável. Do jeito dela, o recado foi simples: a noite era para viver e sambar, mesmo com a tensão no ar.
Leia mais