Juliana Paes conversa com a coluna Andrei Lara, do Jornal O Dia, e relembra origem humilde, família e retorno à Viradouro após 18 anosFoto: reprodução Instagram
Publicado 27/02/2026 16:22
Juliana Paes vive um daqueles momentos em que sucesso e consciência caminham lado a lado. Em conversa com a coluna Andrei Lara, do Jornal O Dia, a atriz abriu o coração ao falar não apenas de vitória, mas de origem, família e memória.
Após 18 anos sem desfilar pela Unidos do Viradouro, Juliana voltou à escola em um ano histórico, que terminou com a consagração da agremiação como campeã do Grupo Especial do Rio de Janeiro. O retorno teve peso emocional e simbólico.
Ela contou que, desde o anúncio do enredo em homenagem ao Mestre Ciça, acreditou imediatamente na força da proposta. “Quando eu soube que seria ele, eu acreditei de cara”, disse, referindo-se ao mestre de bateria que inspirou a homenagem e mobilizou a comunidade. Segundo Juliana, houve quem questionasse se aquela escolha teria força suficiente, mas isso apenas aumentou a determinação de todos. Para ela, o público quer se ver representado, quer ver histórias reais e reconhecer aqueles que constroem o espetáculo.
Mas o momento mais marcante da entrevista veio quando falou sobre a própria história.
“Eu venho também de uma família muito humilde, muito simples. Eu não tive alguém para me dar o caminho das pedras.”
A atriz fez questão de reforçar que cada conquista carrega o rosto da família. Para ela, vencer é também espelhar aquelas pessoas simples que sempre acreditaram. “É como se eu estivesse espelhando essas pessoas da minha família, que se sentem vencedoras junto comigo.”
Juliana ainda destacou que nunca esquece de onde veio. “Eu sei onde o meu pé tocou antes de ser famosa. Quando a gente sabe de onde vem, a gente fica mais feliz.”
Juliana Paes reafirma que sua grandeza não está apenas no talento reconhecido pelo público, mas na firmeza com que sustenta suas raízes.
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