Publicado 22/07/2026 10:30
A Flip começa hoje e, durante cinco dias, Paraty deixa de ser apenas uma cidade histórica para se transformar no endereço mais desejado do país. É quando literatura, moda, arte, política e comportamento se encontram entre casarões coloniais, mesas disputadas, festas secretas e ruas de pedra tomadas por gente interessante.
PublicidadeA abertura acontece às 19h30, com o crítico Augusto Massi e a poeta Marília Garcia celebrando a obra de Orides Fontela, homenageada da 24ª edição. Depois, a programação reúne nomes como Zadie Smith, Milton Hatoum, José Tolentino Mendonça, Andréa del Fuego, Drauzio Varella e a ministra Cármen Lúcia.
E a festa vai muito além das 21 mesas oficiais. As 44 casas parceiras espalham lançamentos, debates, shows, encontros e algumas das presenças mais aguardadas, como a filósofa Angela Davis e Wole Soyinka, vencedor do Nobel de Literatura.
Até domingo, Paraty será aquele raro lugar onde uma conversa sobre poesia pode terminar numa festa, um escritor circula como estrela e carregar livro debaixo do braço vira o acessório mais hype da temporada. Na Flip, cultura não fica trancada na estante. Ela ocupa a cidade inteira.
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