Publicado 02/03/2026 00:00
Virou moda nos últimos anos denominar de direita ou extrema direita os fenômenos eleitorais populistas em todo o mundo. São movimentos que surgiram e cresceram pela defesa de bandeiras que são caras à população mais carente, como a segurança pública, e a revolta pelo avanço da corrupção, nepotismo e ineficiência dos governos. São líderes com certo carisma, mas sem base ideológica sólida. Apenas reagem às esquerdas, que apadrinham e participam dos temas que indignam a opinião pública.
Trump e Bolsonaro são fenômenos eleitorais, populistas, que são chamados de “extrema direita” por não serem de esquerda. Já Milei, Ventura e Giorgia Meloni têm apelo populista, mas formação ideológica sólida. São conservadores nos costumes e liberais na economia.
O conservadorismo que pode ser chamado de direita é aquele que tem por base a defesa dos valores da civilização judaico-cristã, como a livre empresa, a propriedade, a economia de mercado, o estado focado na simplificação tributária e o atendimento prioritário à educação, saúde e segurança. O conservadorismo moderno limita ao máximo a interferência do setor público na atividade econômica, elimina estatais, defende programas sociais para resgatar a cidadania e não para manter a dependência aos programas sociais. O pensamento da direita clássica defende valores da religião, da família e dos costumes tradicionais. O que não implica em discriminar opções outras.
Concentrada geralmente nas classes médias rurais e urbanas, a direita tradicional é majoritária na aristocracia e defende, nos países que foram monarquias no passado, o ideal monárquico sobrevive. Esta direita cultua a ordem, a disciplina, o mérito e a austeridade no exercício da função pública.
As esquerdas usam e abusam da manipulação das dificuldades vividas pelas massas, estimulando políticas tipo “empregados contra patrões”, “negros ou mestiços contra brancos”, mesmo em um país como o Brasil, de grande mobilidade social e miscigenação racial. Mais da metade da população é mestiça e mais da metade das grandes fortunas são de primeira geração, 20%, de segunda e menos de 10%, em terceira. No Brasil, quando existe discriminação, é social, e não racial. O saudoso cantor e ex-deputado Agnaldo Timóteo costumava dizer que, depois que virou sucesso, nunca mais percebeu qualquer discriminação.
PublicidadeTrump e Bolsonaro são fenômenos eleitorais, populistas, que são chamados de “extrema direita” por não serem de esquerda. Já Milei, Ventura e Giorgia Meloni têm apelo populista, mas formação ideológica sólida. São conservadores nos costumes e liberais na economia.
O conservadorismo que pode ser chamado de direita é aquele que tem por base a defesa dos valores da civilização judaico-cristã, como a livre empresa, a propriedade, a economia de mercado, o estado focado na simplificação tributária e o atendimento prioritário à educação, saúde e segurança. O conservadorismo moderno limita ao máximo a interferência do setor público na atividade econômica, elimina estatais, defende programas sociais para resgatar a cidadania e não para manter a dependência aos programas sociais. O pensamento da direita clássica defende valores da religião, da família e dos costumes tradicionais. O que não implica em discriminar opções outras.
Concentrada geralmente nas classes médias rurais e urbanas, a direita tradicional é majoritária na aristocracia e defende, nos países que foram monarquias no passado, o ideal monárquico sobrevive. Esta direita cultua a ordem, a disciplina, o mérito e a austeridade no exercício da função pública.
As esquerdas usam e abusam da manipulação das dificuldades vividas pelas massas, estimulando políticas tipo “empregados contra patrões”, “negros ou mestiços contra brancos”, mesmo em um país como o Brasil, de grande mobilidade social e miscigenação racial. Mais da metade da população é mestiça e mais da metade das grandes fortunas são de primeira geração, 20%, de segunda e menos de 10%, em terceira. No Brasil, quando existe discriminação, é social, e não racial. O saudoso cantor e ex-deputado Agnaldo Timóteo costumava dizer que, depois que virou sucesso, nunca mais percebeu qualquer discriminação.
Os anos do regime militar no Brasil espelham o que é a atuação e o comportamento da direita clássica, na postura, na defesa da ordem pública e da disciplina. E políticas sociais sem demagogia.
Em ano eleitoral, meditar sobre o ambiente ideal para se desenvolver econômica e socialmente o Brasil parece oportuno. E uns contra os outros não leva a nada. Embora sem nome definido, a maioria parece querer fugir das atuais polarizações.
Em ano eleitoral, meditar sobre o ambiente ideal para se desenvolver econômica e socialmente o Brasil parece oportuno. E uns contra os outros não leva a nada. Embora sem nome definido, a maioria parece querer fugir das atuais polarizações.
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