Publicado 25/06/2025 11:35 | Atualizado 25/06/2025 12:13
O Brasil e o mundo passaram os últimos dias angustiados com a notícia de que a carioca Juliana Marins havia desaparecido após cair durante uma trilha em um vulcão na Indonésia e estava aguardando resgate. A confirmação da morte dela deixou muitas pessoas tristes. No entanto, diferente da reação da maioria, a ex-Banheira do Gugu, escritora, jornalista, ex-Fazenda, ex-capa da Playboy e empresária artística Solange Gomes demonstrou pensar diferente ao comentar o ocorrido, culpando a vítima por se colocar em risco, além de criticar a família dela por permitir a viagem.
Gomes falou sobre o assunto por meio de uma publicação nos stories do Instagram e antecipou que daria sua própria opinião. "Eu tenho uma filha que hoje tem 25 anos. Teve uma vez que ela falou: 'Ai, quero saltar de asa-delta'. Vai saltar o cacete de asa-delta! E se eu souber que você foi lá, tu tá ferrada comigo. Eu vou quebrar tua cara na frente de todo mundo. Não tô nem aí! Me julguem, me julguem", disse ela.
A ex-Banheira do Gugu ainda revelou que, como filha, também segue a mesma linha de raciocínio: "Eu hoje tenho 52 anos. Quando eu falo pra minha mãe que vou fazer isso, que vou fazer aquilo, e que minha mãe fala que não é legal, que é arriscado, que não sei o quê... Eu não vou. Eu respeito a opinião", explicou.
Solange então citou a família de Juliana Marins, questionando o motivo de os pais da publicitária não terem impedido a viagem: "Cadê os pais dessa menina que [...] 'Ai, vou fazer trilha na Indonésia. Uhul!' Porra! Claro que você tá arriscando a sua vida. Agora a culpa é de todo mundo. Coitadinha [...]", debochou.
Em seguida, a ex-Fazenda também falou, em tom crítico, sobre quem se comoveu com a história: "As pessoas têm que parar, gente, de ficar romantizando as coisas. 'Nossa, essa menina ficou lá, não sei o quê...' É triste? É triste. Mas quando você não arrisca a sua própria vida e você se posiciona: 'Não vou fazer isso porque é perigoso...' 'Ah, vou saltar de asa-delta!' 'Ai, todo mundo faz isso há anos, é maravilhoso!' Eu não vou. Amor, eu não vou. 'Ah, porque andar de avião é perigoso, andar de carro, de ônibus também é perigoso...' Claro que é! Mas tem coisas que são muito mais perigosas. E você tem que ter uma família do seu lado pra dizer pra você: 'Não faz, não vai'", frisou ela.
Embora o discurso de Solange Gomes sobre se manter segura diante de atividades de risco possa parecer sensato para algumas pessoas, é importante lembrar que nem sempre ela mesma seguiu esse princípio. Nos anos 1990, ela revelou ter realizado dois abortos — um deles, segundo suas próprias declarações em entrevistas, do ex-jogador de futebol Renato Gaúcho. Em 2019, ela falou abertamente sobre o assunto em entrevistas e em seu próprio livro, dizendo que interrompeu a gestação por medo de ser acusada de tentar o chamado "golpe da barriga".
Assim como Solange diz que Juliana Marins pôs a própria vida em risco ao realizar uma trilha em local perigoso, a própria também se arriscou ao recorrer a procedimentos que, por não serem legalizados no Brasil, frequentemente são feitos em condições inseguras. Assim como ela pôs fim às gravidezes não planejadas, ela se arriscou também, pois se relacionar sexualmente sem preservativo traz risco elevado de contrair doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), incluindo HIV/AIDS. É válido lembrar que algumas delas podem levar a morte se não forem diagnosticas e tratadas adequadamente.
PublicidadeGomes falou sobre o assunto por meio de uma publicação nos stories do Instagram e antecipou que daria sua própria opinião. "Eu tenho uma filha que hoje tem 25 anos. Teve uma vez que ela falou: 'Ai, quero saltar de asa-delta'. Vai saltar o cacete de asa-delta! E se eu souber que você foi lá, tu tá ferrada comigo. Eu vou quebrar tua cara na frente de todo mundo. Não tô nem aí! Me julguem, me julguem", disse ela.
A ex-Banheira do Gugu ainda revelou que, como filha, também segue a mesma linha de raciocínio: "Eu hoje tenho 52 anos. Quando eu falo pra minha mãe que vou fazer isso, que vou fazer aquilo, e que minha mãe fala que não é legal, que é arriscado, que não sei o quê... Eu não vou. Eu respeito a opinião", explicou.
Solange então citou a família de Juliana Marins, questionando o motivo de os pais da publicitária não terem impedido a viagem: "Cadê os pais dessa menina que [...] 'Ai, vou fazer trilha na Indonésia. Uhul!' Porra! Claro que você tá arriscando a sua vida. Agora a culpa é de todo mundo. Coitadinha [...]", debochou.
Em seguida, a ex-Fazenda também falou, em tom crítico, sobre quem se comoveu com a história: "As pessoas têm que parar, gente, de ficar romantizando as coisas. 'Nossa, essa menina ficou lá, não sei o quê...' É triste? É triste. Mas quando você não arrisca a sua própria vida e você se posiciona: 'Não vou fazer isso porque é perigoso...' 'Ah, vou saltar de asa-delta!' 'Ai, todo mundo faz isso há anos, é maravilhoso!' Eu não vou. Amor, eu não vou. 'Ah, porque andar de avião é perigoso, andar de carro, de ônibus também é perigoso...' Claro que é! Mas tem coisas que são muito mais perigosas. E você tem que ter uma família do seu lado pra dizer pra você: 'Não faz, não vai'", frisou ela.
Embora o discurso de Solange Gomes sobre se manter segura diante de atividades de risco possa parecer sensato para algumas pessoas, é importante lembrar que nem sempre ela mesma seguiu esse princípio. Nos anos 1990, ela revelou ter realizado dois abortos — um deles, segundo suas próprias declarações em entrevistas, do ex-jogador de futebol Renato Gaúcho. Em 2019, ela falou abertamente sobre o assunto em entrevistas e em seu próprio livro, dizendo que interrompeu a gestação por medo de ser acusada de tentar o chamado "golpe da barriga".
Assim como Solange diz que Juliana Marins pôs a própria vida em risco ao realizar uma trilha em local perigoso, a própria também se arriscou ao recorrer a procedimentos que, por não serem legalizados no Brasil, frequentemente são feitos em condições inseguras. Assim como ela pôs fim às gravidezes não planejadas, ela se arriscou também, pois se relacionar sexualmente sem preservativo traz risco elevado de contrair doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), incluindo HIV/AIDS. É válido lembrar que algumas delas podem levar a morte se não forem diagnosticas e tratadas adequadamente.
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