Priscilla Presley e Lisa Marie PresleyReprodução/Instagram
Publicado 14/08/2025 11:14 | Atualizado 14/08/2025 11:15
Os anos passam e a família do falecido cantor Elvis Presley continua dando o que falar na mídia. Na última quarta-feira (13), Priscilla Presley, viúva do Rei do Rock, precisou se manifestar sobre as acusações de ter "matado" a filha do casal, Lisa Marie, com o objetivo de ficar com a herança dela. A cantora faleceu em janeiro de 2023, e as acusações foram feitas por dois ex-sócios dela.
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A confusão teve início quando Brigitte Kruse e Kevin Fialko, ex-parceiros de negócios da filha do artista, entraram com um processo no valor de 50 milhões de dólares, acusando Priscilla de ter ignorado a Diretiva de Cuidados Avançados de Saúde, ou seja, a vontade expressa pela filha em testamento de ter a vida prolongada o máximo possível, e "desligado" prematuramente os aparelhos que mantinham a cantora viva após uma parada cardíaca. Isso teria acontecido poucas horas após ela ter dado entrada na unidade de saúde, antes mesmo da chegada da neta ao local.
De acordo com eles, a viúva teria feito isso com o exclusivo interesse de retomar o controle da herança de Lisa Marie. Os ex-sócios também a acusam de ter planejado um esquema de fraude, além de ter explorado a morte da filha. O texto do processo também a chama de "oportunista". “Priscilla sabia que a morte de Lisa neutralizava a ameaça representada pelos esforços de Lisa para removê-la como única administradora do truste irrevogável de seguro de vida de Lisa. Priscilla, no fim das contas, queria controlar o Promenade Trust e Graceland”, diz um trecho da ação. Os amigos da falecida herdeira de Elvis ainda a acusam de ter dito: “Eu sou a rainha. Eu estou no comando de Graceland” após o óbito.
Em conversa com o jornal britânico Daily Mail, ela se mostrou revoltada com a denúncia feita pelos amigos da filha, não poupando críticas e ainda chamando as alegações de “sem vergonha e obscena”.
Lisa Marie Presley era a única herdeira das propriedades deixadas por Elvis após sua morte, em agosto de 1977. Após o falecimento dela, Priscilla recorreu ao Judiciário para anular um documento de 2016, no qual tanto seu nome quanto o de Barry Siegel foram retirados da gestão do fundo criado pela cantora. Naquela época, Riley Keough e Benjamin Keough, filhos da artista, passaram a atuar como coadministradores.
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