Publicado 28/08/2025 22:16
A ex-vereadora Verônica Costa deixou a produtora Furacão 2000 há mais de 15 anos, mas os dois lados continuam se bicando. Em um vídeo feito em julho deste ano, mas que voltou a viralizar na web esta semana, o show do DJ Matarazzo, produzido pela empresa de Rômulo Costa, foi interrompido após ele tocar uma música que citava a política conhecida como Mãe Loira.
A situação aconteceu em um baile funk de Bangu, cidade do Rio de Janeiro. A confusão teve início quando o artista tocou a música intitulada “Rio de Prata e Cohab de Realengo", que cita diretamente a Mãe Loira, e uma funcionária da Furacão 2000 correu para desligar o som. O episódio deixou o DJ transtornado, e ele fez questão de usar o microfone para falar sobre a situação.
Durante a confusão, Matarazzo explicou que a versão que tocou não citava o nome da ex-mulher de Rômulo. "Ninguém falou Verônica Costa! Não falou Verônica Costa, prra! Por que tu não pode falar o nome da minha mãe [Mãe Loira]? Não fde, prra! Aprenda uma coisa, irmão: ser profissional não é xingar os outros, não é pegar e vir aqui e falar: 'Ah, Furacão'. O Rômulo tá cheio de dinheiro e você tá como? Trabalhando pra ele, prra!", disparou ele.
"Então aprende, irmão. Ser profissional é vir aqui e respeitar esse público todinho que tá aqui. Eu peço desculpa pra todo mundo pelo meu desabafo, mas, p*rra, irmão, todo mundo sabe que eu defendo a bandeira do funk, defendo o público pra quem eu toco", disse ele antes do microfone ser desligado.
Não demorou muito para que o vídeo chegasse a Verônica Costa, e ela se mostrou grata ao DJ por defendê-la. "DJ, obrigada por me citar com carinho e coragem. E a todos que estão indignados, meu respeito — essa tentativa de apagar minha história é real. Cortaram músicas com meu nome, silenciaram minha voz, apagaram fotos de capas de CD, jogaram fora fitas e programas de TV. Até livros e homenagens ao funk me ignoram. Mas quem é de verdade, sabe", escreveu ela.
Em seguida, a Mãe Loira falou sobre o responsável por tentar apagá-la da história do funk. "Não acredito que isso venha do Rômulo. Parece mais imaturidade ou maldade de quem está ao redor dele hoje. O funk que a gente construiu com luta e verdade não se apaga. Podem até tentar reescrever a história… Mas quem foi levantada por Deus pra abrir caminho, ninguém apaga", disse.
PublicidadeA situação aconteceu em um baile funk de Bangu, cidade do Rio de Janeiro. A confusão teve início quando o artista tocou a música intitulada “Rio de Prata e Cohab de Realengo", que cita diretamente a Mãe Loira, e uma funcionária da Furacão 2000 correu para desligar o som. O episódio deixou o DJ transtornado, e ele fez questão de usar o microfone para falar sobre a situação.
Durante a confusão, Matarazzo explicou que a versão que tocou não citava o nome da ex-mulher de Rômulo. "Ninguém falou Verônica Costa! Não falou Verônica Costa, prra! Por que tu não pode falar o nome da minha mãe [Mãe Loira]? Não fde, prra! Aprenda uma coisa, irmão: ser profissional não é xingar os outros, não é pegar e vir aqui e falar: 'Ah, Furacão'. O Rômulo tá cheio de dinheiro e você tá como? Trabalhando pra ele, prra!", disparou ele.
"Então aprende, irmão. Ser profissional é vir aqui e respeitar esse público todinho que tá aqui. Eu peço desculpa pra todo mundo pelo meu desabafo, mas, p*rra, irmão, todo mundo sabe que eu defendo a bandeira do funk, defendo o público pra quem eu toco", disse ele antes do microfone ser desligado.
Não demorou muito para que o vídeo chegasse a Verônica Costa, e ela se mostrou grata ao DJ por defendê-la. "DJ, obrigada por me citar com carinho e coragem. E a todos que estão indignados, meu respeito — essa tentativa de apagar minha história é real. Cortaram músicas com meu nome, silenciaram minha voz, apagaram fotos de capas de CD, jogaram fora fitas e programas de TV. Até livros e homenagens ao funk me ignoram. Mas quem é de verdade, sabe", escreveu ela.
Em seguida, a Mãe Loira falou sobre o responsável por tentar apagá-la da história do funk. "Não acredito que isso venha do Rômulo. Parece mais imaturidade ou maldade de quem está ao redor dele hoje. O funk que a gente construiu com luta e verdade não se apaga. Podem até tentar reescrever a história… Mas quem foi levantada por Deus pra abrir caminho, ninguém apaga", disse.

Leia mais
Comentários
Os comentários não representam a opinião do jornal e são de responsabilidade do autor.