Publicado 03/09/2025 08:00
A cantora Simony, ex-Balão Mágico, está no centro de uma disputa judicial que acaba de ganhar novos e quentíssimos capítulos. A artista venceu, ao menos por enquanto, uma batalha contra uma empresa de produtos naturais e um de seus sócios, acusados de utilizar sua imagem em publicidades sem qualquer autorização.
Segundo os documentos obtidos com exclusividade pela coluna Daniel Nascimento, o processo começou a tramitar na Justiça ainda em setembro de 2024, quando a famosa entrou com uma ação alegando que a empresa estaria utilizando sua imagem, nome e até vídeos promocionais em campanhas de um produto chamado "Beautymune", sem qualquer contrato ou consentimento.
O juiz não quis saber de conversa e, logo no início, concedeu uma liminar determinando que a empresa retirasse o conteúdo do ar em até 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, podendo chegar a R$ 20 mil. Uma verdadeira bronca judicial!
E tem mais! Em março de 2025, veio a sentença que sacudiu os bastidores: o magistrado julgou procedente o pedido de Simony e condenou a empresa a pagar R$ 30 mil por danos morais, valor esse que ainda será corrigido e pode subir com os juros. A sentença também obriga a retirada definitiva de qualquer uso da imagem da cantora em sites, redes sociais ou qualquer meio publicitário da marca.
A defesa da empresa, claro, não deixou barato e recorreu. Mas a tentativa de escapar da sentença não teve recolhimento das custas judiciais, já que os réus tentaram pedir gratuidade processual. Até o fechamento desta matéria, o processo segue nas mãos do Tribunal de Justiça de São Paulo, aguardando julgamento no Colégio Recursal, para onde foi remetido em junho deste ano.
Segundo os documentos obtidos com exclusividade pela coluna Daniel Nascimento, o processo começou a tramitar na Justiça ainda em setembro de 2024, quando a famosa entrou com uma ação alegando que a empresa estaria utilizando sua imagem, nome e até vídeos promocionais em campanhas de um produto chamado "Beautymune", sem qualquer contrato ou consentimento.
O juiz não quis saber de conversa e, logo no início, concedeu uma liminar determinando que a empresa retirasse o conteúdo do ar em até 24 horas, sob pena de multa diária de R$ 1 mil, podendo chegar a R$ 20 mil. Uma verdadeira bronca judicial!
E tem mais! Em março de 2025, veio a sentença que sacudiu os bastidores: o magistrado julgou procedente o pedido de Simony e condenou a empresa a pagar R$ 30 mil por danos morais, valor esse que ainda será corrigido e pode subir com os juros. A sentença também obriga a retirada definitiva de qualquer uso da imagem da cantora em sites, redes sociais ou qualquer meio publicitário da marca.
A defesa da empresa, claro, não deixou barato e recorreu. Mas a tentativa de escapar da sentença não teve recolhimento das custas judiciais, já que os réus tentaram pedir gratuidade processual. Até o fechamento desta matéria, o processo segue nas mãos do Tribunal de Justiça de São Paulo, aguardando julgamento no Colégio Recursal, para onde foi remetido em junho deste ano.
Simony chegou a pedir que o processo tramitasse em segredo de justiça, numa tentativa de manter os detalhes da disputa longe dos holofotes. O pedido, no entanto, foi negado pelo juiz, que entendeu que o caso não trata de assuntos íntimos, mas sim de uso comercial de imagem pública. Em outras palavras: o processo é público, sim senhora! E é por isso que você está lendo tudinho aqui agora.
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