Publicado 21/04/2026 15:10 | Atualizado 21/04/2026 15:50
A atriz Bella Campos usou as redes sociais nesta terça-feira (21) para dividir com os seguidores uma iniciativa que une estilo pessoal e responsabilidade social. Em meio à repercussão positiva por seu trabalho no filme Cinco Tipos de Medo, a artista contou que decidiu dar um novo destino a um plano antigo: criar um bazar com peças de seu acervo pessoal.
A ideia, no entanto, foi incorporada a uma ação já existente. Em vez de realizar o bazar por conta própria, Bella optou por doar todas as peças para o bazar solidário promovido pela ONG "Nós Mães de Família".
"Gente, faz tanto tempo que eu tô pra criar um bazarzinho pra vender peças minhas que não uso mais, mas que são muito especiais […] e agora eu decidi mandar tudo para a ONG da Ajulia, que é 'Nós Mães de Família'. Então tá tudo indo pra lá, fiquem de olho porque tem coisa muito legal", contou a atriz, encerrando o vídeo com um beijo para seus seguidores.
A organização foi criada pela rapper Ajuliacosta e atua no acolhimento de mães solo em situação de vulnerabilidade social. O projeto vai além da assistência básica, oferecendo suporte emocional, atenção à saúde mental e iniciativas voltadas à autonomia financeira dessas mulheres.
O bazar solidário já tem data marcada: acontece na próxima quinta-feira (24), em São Paulo. O evento contará com itens doados pela própria rapper Ajuliacosta, por Bella Campos e por outros nomes conhecidos, e terá 100% da arrecadação destinada ao projeto.
Dados de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ajudam a dimensionar a importância de ações como essa. Levantamentos indicam que famílias chefiadas por mulheres pretas ou pardas com filhos estão entre as mais vulneráveis do país, com cerca de 72% vivendo na pobreza e mais de 20% na extrema pobreza. Além disso, estudos baseados na PNAD Contínua apontam que há mais de 10 milhões de mães solo no Brasil, grupo majoritariamente inserido em contextos de baixa renda e trabalho precário.
Esse cenário reforça o que especialistas já apontam: a maioria das mães solo brasileiras é formada por mulheres negras e periféricas, refletindo desigualdades históricas no acesso à renda, emprego e oportunidades no país, o que torna iniciativas como a apoiada por Bella Campos ainda mais relevantes.
PublicidadeA ideia, no entanto, foi incorporada a uma ação já existente. Em vez de realizar o bazar por conta própria, Bella optou por doar todas as peças para o bazar solidário promovido pela ONG "Nós Mães de Família".
"Gente, faz tanto tempo que eu tô pra criar um bazarzinho pra vender peças minhas que não uso mais, mas que são muito especiais […] e agora eu decidi mandar tudo para a ONG da Ajulia, que é 'Nós Mães de Família'. Então tá tudo indo pra lá, fiquem de olho porque tem coisa muito legal", contou a atriz, encerrando o vídeo com um beijo para seus seguidores.
A organização foi criada pela rapper Ajuliacosta e atua no acolhimento de mães solo em situação de vulnerabilidade social. O projeto vai além da assistência básica, oferecendo suporte emocional, atenção à saúde mental e iniciativas voltadas à autonomia financeira dessas mulheres.
O bazar solidário já tem data marcada: acontece na próxima quinta-feira (24), em São Paulo. O evento contará com itens doados pela própria rapper Ajuliacosta, por Bella Campos e por outros nomes conhecidos, e terá 100% da arrecadação destinada ao projeto.
Dados de pesquisas do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ajudam a dimensionar a importância de ações como essa. Levantamentos indicam que famílias chefiadas por mulheres pretas ou pardas com filhos estão entre as mais vulneráveis do país, com cerca de 72% vivendo na pobreza e mais de 20% na extrema pobreza. Além disso, estudos baseados na PNAD Contínua apontam que há mais de 10 milhões de mães solo no Brasil, grupo majoritariamente inserido em contextos de baixa renda e trabalho precário.
Esse cenário reforça o que especialistas já apontam: a maioria das mães solo brasileiras é formada por mulheres negras e periféricas, refletindo desigualdades históricas no acesso à renda, emprego e oportunidades no país, o que torna iniciativas como a apoiada por Bella Campos ainda mais relevantes.
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