Publicado 15/02/2026 00:00
Conhecer o tipo sanguíneo dos gatos pode ser a diferença entre a vida e a morte em atendimentos de urgência veterinária. Diferentemente dos cães, os felinos não toleram transfusões incompatíveis, nem mesmo na primeira vez, devido à presença de aloanticorpos naturais, capazes de desencadear reações hemolíticas graves e potencialmente fatais em poucos minutos.
Por isso, a tipagem sanguínea pré-transfusional tornou-se um procedimento indispensável na rotina clínica felina. O alerta é da médica-veterinária Camila Eckstein, especialista de Produtos da Bioclin, empresa brasileira de destaque em diagnóstico laboratorial.
“Gatos, especialmente os do tipo B, apresentam altas concentrações de anticorpos anti-A, que são altamente hemolíticos. Uma transfusão incompatível pode resultar em hemólise aguda, choque circulatório e morte em questão de minutos”, explica.
Diagnóstico rápido faz diferença no desfecho clínico
A falta de conhecimento prévio sobre o tipo sanguíneo do felino pode levar a complicações severas, como hemólise aguda, colapso circulatório, falha terapêutica da transfusão e até riscos reprodutivos, como a isoeritrólise neonatal.
“Em situações de emergência, como traumas, hemorragias e instabilidade hemodinâmica, cada minuto conta. Ter o tipo sanguíneo identificado rapidamente muda completamente o desfecho clínico”, ressalta Camila.
Para atender essa necessidade, a Bioclin desenvolveu o Kit de Tipagem Sanguínea Felina Vet Fast, um teste imunocromatográfico que fornece resultado visual em poucos minutos, sem necessidade de equipamentos adicionais.
Rapidez, precisão e praticidade na rotina veterinária
O Vet Fast foi projetado para facilitar a rotina clínica e emergencial. Com alta sensibilidade e especificidade, o teste permite a identificação segura dos tipos sanguíneos A, B e AB diretamente à beira do leito, integrando-se ao atendimento primário.
Entre os principais benefícios do kit estão:
Rapidez, com leitura quase imediata;
Precisão, garantindo segurança transfusional;
Praticidade, com teste pronto para uso por clínicos e emergencistas.
“A velocidade e a confiabilidade do kit garantem que a tipagem seja incorporada ao fluxo do atendimento, sem atrasos no início de uma transfusão segura”, destaca a veterinária.
Variabilidade entre raças torna tipagem obrigatória
Estudos internacionais indicam que entre 80% e 90% dos gatos são do tipo A. Já o tipo B, embora menos frequente na população geral, pode alcançar índices de 20% a 40% em raças específicas, como British Shorthair, Devon Rex e Turkish Van. No Brasil, a tendência é semelhante, com maior prevalência do tipo B entre raças puras.
“A variabilidade entre raças e regiões torna a tipagem obrigatória antes de qualquer transfusão. Mesmo em populações majoritariamente tipo A, um único animal tipo B não identificado pode sofrer uma reação fatal”, alerta Camila.
Reprodução e prevenção da isoeritrólise neonatal
A tipagem sanguínea também desempenha papel fundamental na reprodução responsável. Gatas do tipo B cruzadas com machos do tipo A podem gerar filhotes A ou AB, que, ao ingerirem o colostro materno, recebem anticorpos anti-A capazes de destruir suas próprias hemácias.
A condição, chamada isoeritrólise neonatal, pode causar anemia grave, icterícia, necrose de extremidades e morte dos filhotes.
“É uma doença silenciosa e muitas vezes fatal, que pode ser evitada com informação e planejamento reprodutivo adequado. Conhecer o tipo sanguíneo dos pais permite ao veterinário adotar medidas preventivas logo após o nascimento”, explica.
Segurança também em procedimentos de rotina
Mesmo cirurgias consideradas simples, como a castração, envolvem riscos. Ter a tipagem sanguínea previamente registrada possibilita resposta rápida em casos de hemorragias ou intercorrências inesperadas.
“Saber o tipo sanguíneo do animal reduz o tempo de decisão em emergências e aumenta significativamente as chances de sucesso no atendimento”, reforça a especialista.
Educação e boas práticas clínicas
Além do desenvolvimento do kit, a Bioclin investe continuamente em ações educativas para consolidar a tipagem sanguínea felina como boa prática clínica. Entre as iniciativas estão materiais técnicos, como um Algoritmo de Diagnóstico, um Documento de Perguntas Frequentes (FAQ) e conteúdos educativos nas redes sociais, voltados à segurança transfusional e à prevenção de incompatibilidades.
“Nossa missão é oferecer conhecimento acessível e ferramentas práticas que ajudem o veterinário a tomar decisões com segurança”, conclui Camila Eckstein.
PublicidadePor isso, a tipagem sanguínea pré-transfusional tornou-se um procedimento indispensável na rotina clínica felina. O alerta é da médica-veterinária Camila Eckstein, especialista de Produtos da Bioclin, empresa brasileira de destaque em diagnóstico laboratorial.
“Gatos, especialmente os do tipo B, apresentam altas concentrações de anticorpos anti-A, que são altamente hemolíticos. Uma transfusão incompatível pode resultar em hemólise aguda, choque circulatório e morte em questão de minutos”, explica.
Diagnóstico rápido faz diferença no desfecho clínico
A falta de conhecimento prévio sobre o tipo sanguíneo do felino pode levar a complicações severas, como hemólise aguda, colapso circulatório, falha terapêutica da transfusão e até riscos reprodutivos, como a isoeritrólise neonatal.
“Em situações de emergência, como traumas, hemorragias e instabilidade hemodinâmica, cada minuto conta. Ter o tipo sanguíneo identificado rapidamente muda completamente o desfecho clínico”, ressalta Camila.
Para atender essa necessidade, a Bioclin desenvolveu o Kit de Tipagem Sanguínea Felina Vet Fast, um teste imunocromatográfico que fornece resultado visual em poucos minutos, sem necessidade de equipamentos adicionais.
Rapidez, precisão e praticidade na rotina veterinária
O Vet Fast foi projetado para facilitar a rotina clínica e emergencial. Com alta sensibilidade e especificidade, o teste permite a identificação segura dos tipos sanguíneos A, B e AB diretamente à beira do leito, integrando-se ao atendimento primário.
Entre os principais benefícios do kit estão:
Rapidez, com leitura quase imediata;
Precisão, garantindo segurança transfusional;
Praticidade, com teste pronto para uso por clínicos e emergencistas.
“A velocidade e a confiabilidade do kit garantem que a tipagem seja incorporada ao fluxo do atendimento, sem atrasos no início de uma transfusão segura”, destaca a veterinária.
Variabilidade entre raças torna tipagem obrigatória
Estudos internacionais indicam que entre 80% e 90% dos gatos são do tipo A. Já o tipo B, embora menos frequente na população geral, pode alcançar índices de 20% a 40% em raças específicas, como British Shorthair, Devon Rex e Turkish Van. No Brasil, a tendência é semelhante, com maior prevalência do tipo B entre raças puras.
“A variabilidade entre raças e regiões torna a tipagem obrigatória antes de qualquer transfusão. Mesmo em populações majoritariamente tipo A, um único animal tipo B não identificado pode sofrer uma reação fatal”, alerta Camila.
Reprodução e prevenção da isoeritrólise neonatal
A tipagem sanguínea também desempenha papel fundamental na reprodução responsável. Gatas do tipo B cruzadas com machos do tipo A podem gerar filhotes A ou AB, que, ao ingerirem o colostro materno, recebem anticorpos anti-A capazes de destruir suas próprias hemácias.
A condição, chamada isoeritrólise neonatal, pode causar anemia grave, icterícia, necrose de extremidades e morte dos filhotes.
“É uma doença silenciosa e muitas vezes fatal, que pode ser evitada com informação e planejamento reprodutivo adequado. Conhecer o tipo sanguíneo dos pais permite ao veterinário adotar medidas preventivas logo após o nascimento”, explica.
Segurança também em procedimentos de rotina
Mesmo cirurgias consideradas simples, como a castração, envolvem riscos. Ter a tipagem sanguínea previamente registrada possibilita resposta rápida em casos de hemorragias ou intercorrências inesperadas.
“Saber o tipo sanguíneo do animal reduz o tempo de decisão em emergências e aumenta significativamente as chances de sucesso no atendimento”, reforça a especialista.
Educação e boas práticas clínicas
Além do desenvolvimento do kit, a Bioclin investe continuamente em ações educativas para consolidar a tipagem sanguínea felina como boa prática clínica. Entre as iniciativas estão materiais técnicos, como um Algoritmo de Diagnóstico, um Documento de Perguntas Frequentes (FAQ) e conteúdos educativos nas redes sociais, voltados à segurança transfusional e à prevenção de incompatibilidades.
“Nossa missão é oferecer conhecimento acessível e ferramentas práticas que ajudem o veterinário a tomar decisões com segurança”, conclui Camila Eckstein.
"Como mãe de 3 lindos felinos vejo com muito bons olhos esse tipo de pesquisa para melhorar a qualidade e rapidez do atendimento dos nossos bebês, isso trás bastante segurança para a gente em relação a vida dos nossos pequenos, já que cada vez mais estudos para melhorar a qualidade de vida dos pets", elogia Rachel, tutora da gatinha Mel.
Veterinária reforça importância da tipagem sanguínea para a saúde dos gatos
Saber o tipo sanguíneo do seu gato é um cuidado fundamental para a saúde e a segurança do felino. Diferentemente dos cães, os gatos não toleram transfusões de sangue incompatíveis, nem mesmo na primeira vez. Isso ocorre porque eles possuem anticorpos naturais contra tipos sanguíneos diferentes do seu, capazes de provocar reações graves e até fatais.
Segundo a médica-veterinária Camila Eckstein, especialista de Produtos da Bioclin, quando um gato recebe sangue incompatível, o organismo pode destruir rapidamente as células transfundidas. “Isso provoca uma reação hemolítica severa, com risco imediato à vida. Por isso, a tipagem sanguínea antes de qualquer transfusão não é uma opção, é uma necessidade”, alerta.
A identificação do tipo sanguíneo também é decisiva no manejo reprodutivo. Gatas do tipo B, quando cruzadas com machos do tipo A, podem gerar filhotes dos tipos A ou AB. Nesses casos, os anticorpos maternos contra o tipo A podem ser transmitidos aos recém-nascidos por meio do colostro, causando a isoeritrólise neonatal, condição grave que pode levar à anemia intensa, icterícia, necrose de extremidades e até à morte dos filhotes.
“É uma doença silenciosa e muitas vezes fatal, que pode ser evitada com informação e planejamento reprodutivo adequado”, ressalta a veterinária. “Conhecer o tipo sanguíneo dos pais permite ao médico-veterinário adotar medidas preventivas logo após o nascimento, aumentando significativamente as chances de sobrevivência dos filhotes.”
Veterinária reforça importância da tipagem sanguínea para a saúde dos gatos
Saber o tipo sanguíneo do seu gato é um cuidado fundamental para a saúde e a segurança do felino. Diferentemente dos cães, os gatos não toleram transfusões de sangue incompatíveis, nem mesmo na primeira vez. Isso ocorre porque eles possuem anticorpos naturais contra tipos sanguíneos diferentes do seu, capazes de provocar reações graves e até fatais.
Segundo a médica-veterinária Camila Eckstein, especialista de Produtos da Bioclin, quando um gato recebe sangue incompatível, o organismo pode destruir rapidamente as células transfundidas. “Isso provoca uma reação hemolítica severa, com risco imediato à vida. Por isso, a tipagem sanguínea antes de qualquer transfusão não é uma opção, é uma necessidade”, alerta.
A identificação do tipo sanguíneo também é decisiva no manejo reprodutivo. Gatas do tipo B, quando cruzadas com machos do tipo A, podem gerar filhotes dos tipos A ou AB. Nesses casos, os anticorpos maternos contra o tipo A podem ser transmitidos aos recém-nascidos por meio do colostro, causando a isoeritrólise neonatal, condição grave que pode levar à anemia intensa, icterícia, necrose de extremidades e até à morte dos filhotes.
“É uma doença silenciosa e muitas vezes fatal, que pode ser evitada com informação e planejamento reprodutivo adequado”, ressalta a veterinária. “Conhecer o tipo sanguíneo dos pais permite ao médico-veterinário adotar medidas preventivas logo após o nascimento, aumentando significativamente as chances de sobrevivência dos filhotes.”
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