Publicado 19/04/2026 00:00
Com a chegada do outono, a sensação de alívio após o verão pode levar muitos tutores a relaxarem os cuidados com a saúde dos pets. Mas especialistas alertam que essa percepção de menor risco é enganosa. Parasitas como pulgas e carrapatos continuam ativos, e problemas de pele tendem a se intensificar nesta época do ano.
Dados do Ministério da Saúde reforçam o alerta. Entre 2013 e 2023, foram registrados 2.359 casos de febre maculosa no país, um aumento de 62% no período. A doença é transmitida principalmente pelo carrapato-estrela, vetor que permanece presente mesmo fora dos meses mais quentes.
Segundo a médica-veterinária Camila Camalionte, gerente técnica da Elanco, o outono exige atenção redobrada, especialmente porque os riscos mudam de perfil, mas não desaparecem. “Muitos tutores acreditam que podem interromper o uso de antiparasitários após o verão, mas essa pausa pode expor os animais e toda a família a infestações e doenças”, explica.
O cenário atual também é influenciado pelas mudanças climáticas, que têm alterado a sazonalidade dos parasitas. Com isso, pulgas e carrapatos passam a ter atividade ao longo de todo o ano, aumentando o desafio de controle.
Um dos principais pontos de atenção é o carrapato-estrela, especialmente em sua fase larval, conhecida como micuim. Nessa fase, o parasita é quase imperceptível a olho nu, o que dificulta a identificação e aumenta o risco de infestação. Além disso, os animais podem trazer os parasitas de ambientes externos para dentro de casa, ampliando o risco de transmissão para humanos.
Pele sensível e aumento das dermatites
PublicidadeDados do Ministério da Saúde reforçam o alerta. Entre 2013 e 2023, foram registrados 2.359 casos de febre maculosa no país, um aumento de 62% no período. A doença é transmitida principalmente pelo carrapato-estrela, vetor que permanece presente mesmo fora dos meses mais quentes.
Segundo a médica-veterinária Camila Camalionte, gerente técnica da Elanco, o outono exige atenção redobrada, especialmente porque os riscos mudam de perfil, mas não desaparecem. “Muitos tutores acreditam que podem interromper o uso de antiparasitários após o verão, mas essa pausa pode expor os animais e toda a família a infestações e doenças”, explica.
O cenário atual também é influenciado pelas mudanças climáticas, que têm alterado a sazonalidade dos parasitas. Com isso, pulgas e carrapatos passam a ter atividade ao longo de todo o ano, aumentando o desafio de controle.
Um dos principais pontos de atenção é o carrapato-estrela, especialmente em sua fase larval, conhecida como micuim. Nessa fase, o parasita é quase imperceptível a olho nu, o que dificulta a identificação e aumenta o risco de infestação. Além disso, os animais podem trazer os parasitas de ambientes externos para dentro de casa, ampliando o risco de transmissão para humanos.
Pele sensível e aumento das dermatites
Além dos parasitas, o outono também favorece o surgimento de problemas dermatológicos. O clima mais seco, combinado com a troca de pelagem, pode provocar ressecamento, descamação e coceira.
Entre as condições mais comuns está a dermatite alérgica à picada de pulga, conhecida como DAPP. Nesses casos, uma única picada pode desencadear uma reação intensa, com grande desconforto para o animal.
Mesmo pets que vivem exclusivamente dentro de casa não estão livres do problema. Pulgas e outros parasitas podem ser trazidos por roupas, sapatos ou outros animais, tornando o ambiente doméstico igualmente suscetível.
De acordo com especialistas, os avanços terapêuticos têm ampliado as opções de tratamento para dermatites, proporcionando alívio mais rápido dos sintomas e melhor qualidade de vida para os animais.
Prevenção contínua é essencial
A principal recomendação dos especialistas é manter o uso de antiparasitários durante todo o ano, independentemente da estação. A interrupção do tratamento pode facilitar infestações e aumentar o risco de doenças.
Além disso, algumas medidas simples podem fazer a diferença no dia a dia:
* Inspecionar o pet após passeios
* Higienizar regularmente ambientes e itens do animal
* Observar sinais como coceira, vermelhidão ou queda excessiva de pelos
* Buscar orientação veterinária aos primeiros sintomas
Entre as condições mais comuns está a dermatite alérgica à picada de pulga, conhecida como DAPP. Nesses casos, uma única picada pode desencadear uma reação intensa, com grande desconforto para o animal.
Mesmo pets que vivem exclusivamente dentro de casa não estão livres do problema. Pulgas e outros parasitas podem ser trazidos por roupas, sapatos ou outros animais, tornando o ambiente doméstico igualmente suscetível.
De acordo com especialistas, os avanços terapêuticos têm ampliado as opções de tratamento para dermatites, proporcionando alívio mais rápido dos sintomas e melhor qualidade de vida para os animais.
Prevenção contínua é essencial
A principal recomendação dos especialistas é manter o uso de antiparasitários durante todo o ano, independentemente da estação. A interrupção do tratamento pode facilitar infestações e aumentar o risco de doenças.
Além disso, algumas medidas simples podem fazer a diferença no dia a dia:
* Inspecionar o pet após passeios
* Higienizar regularmente ambientes e itens do animal
* Observar sinais como coceira, vermelhidão ou queda excessiva de pelos
* Buscar orientação veterinária aos primeiros sintomas
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